A disseminação contínua de novos coronavírus se tornou uma das maiores ameaças aos mercados econômico e financeiro globais.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o vírus foi detectado pela primeira vez em Wuhan, na China, em dezembro passado. Infectou mais de 110.000 pessoas em pelo menos 110 países e regiões. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 4.000 dos infectados morreram.
A China tem o maior número de casos confirmados até o momento, o continente africano registrou 80.000 infecções.
Para impedir o surto, as autoridades chinesas fecharam as cidades, restringiram as atividades de milhões de pessoas e suspenderam as operações comerciais. Essas ações retardarão o desenvolvimento da segunda maior economia do mundo e reduzirão o desenvolvimento econômico global.
Para piorar a situação, a doença está se espalhando rapidamente em todo o mundo. Países como Itália, Irã e Coréia do Sul relatando mais de 7.000 casos cada. Outros países europeus, como França, Alemanha e Espanha, também aumentaram recentemente, exceto por 1.000 casos.
“Do ponto de vista econômico, a questão principal não é apenas o número de casos de Covid-19, mas o nível de interrupção das economias por medidas de contenção”, disse Ben May, chefe de macro-pesquisa global da Oxford Economics.
As preocupações com o impacto do coronavírus na economia global abalaram os mercados globais e reduziram os preços das ações e o rendimento dos títulos.