O governo do presidente Jair Bolsonaro teve um aumento de 5,1 pontos porcentuais na avaliação “ótima” ou “boa” de seu governo. Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada hoje, 34,5% dos entrevistados aprovam o governo em janeiro, ante 29,4% de agosto do ano passado.
A pesquisa apontou que o porcentual de entrevistados que consideram o governo regular subiu de 29,1% em agosto do ano passado para 32,1% agora no mês de janeiro.
Já o total de entrevistados que considera o governo ruim ou péssimo somou 31% em janeiro, recuando em comparação aos 39,5% de agosto do ano passado.
Na espontânea, Bolsonaro vence Lula em 2022
A pesquisa CNT também simulou um cenário à disputa presidencial em 2022. Na intenção de voto espontâneo, quando não é apresentado o nome de nenhum candidato, Bolsonaro teve 29,1% contra 17% do ex-presidente Lula.
Na sequência aparece Ciro Gomes com 3,5%, Sergio Moro com 2,4% e Fernando Haddad com 2,3%. Brancos e nulos aparecem com 10% e outros com 5%.
Combate à corrupção
Para 30,1% dos entrevistados, o combate à corrupção é a principal marca do governo Bolsonaro, seguido da política econômica com 22,1% e segurança pública, com 22%.
Entre as áreas com o desempenho avaliado negativamente está a saúde com 36,1%, Educação com 22,9% e Meio ambiente 18,5%.
O levantamento também mediu o Congresso Nacional: 41% dos entrevistados o consideram ruim ou péssimo; 36,9% o consideram regular; 9,9% ótimo e bom, e 12% não responderam ou não souberam opinar.
Confiança nas instituições
O nível de confiança nas instituições também foi levantado: os bombeiros são os que possuem o maior grau de confiança com 29,1%; a igreja aparece em segundo lugar com 25,8%, seguido das Forças Armadas com 11,7%, a Polícia com 7,1%, a Justiça com 5%, o governo Federal com 2,7%, a imprensa com 2,3%, o Congresso Nacional 0,3% e por último os partidos políticos com 0,2%.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa aconteceu entre os dias 15 a 18 de janeiro em 137 municípios, em 25 Unidades da Federação.
(Com Marcelo Hailer)






