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Dólar sobe 0,11% e termina o ano com alta de 29%

Dólar sobe 0,11% e termina o ano com alta de 29%

O dólar encerrou a última sessão do ano com alta de 0,11%, a R$ 5,1887. Na máxima do dia, a divisa atingiu R$ 5,2357. Na mínima, foi a R$ 5,1532.

A sessão de hoje foi marcada pela alta volatilidade, que foi atribuída pela disputa da taxa Ptax, nesta manhã, que liquidará os futuros de janeiro. O giro da moeda foi de apenas R$ 10,93 bilhões, muito abaixo da média dos últimos dias.

Com o resultado, o dólar acumulou alta de quase 30% em 2020. Esse é o melhor desempenho anual do dólar desde 2015, quando subiu 48,75%.

É também o quarto ano consecutivo de alta da moeda americana perante o real. A última queda foi em 2016, quando recuou 17,69%.

  • Na semana, a moeda acumulou alta de 0,26%;
  • Em dezembro, o dólar teve queda 9,5%;
  • No acumulado do ano, a alta foi de 29,48%.

Cenário

Os mercados foram impulsionados pelo otimismo com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no mundo mesmo em meio à indefinição sobre a votação nos EUA da ampliação do auxílio a ser pago aos cidadãos norte-americanos.

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Reguladores do Reino Unido aprovaram para uso emergencial a vacina que vem sendo desenvolvida em parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca.

O Tesouro dos EUA começa a enviar o auxílio de US$ 600 aos americanos para amenizar o impacto da pandemia, enquanto a ajuda de US$ 2.000 que passou pela Câmara continua sendo discutida pelo Senado. Uma tentativa de aprovação rápida foi vetada pelo líder da maioria republicana, Mitch McConnell.

McConnell ainda afirmou que não colocará em votação o projeto para aumentar a ajuda para US$ 2 mil.

Por aqui, segue no radar a vacinação, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, disse na ontem (29) que o governo somente assinará com a Pfizer após aprovação regulatória, ampliando o impasse com a farmacêutica para a compra do imunizante.

Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou hoje (30) que foi informada por representantes da AstraZeneca que o pedido para uso emergencial da vacina da farmacêutica será feito pela Fiocruz, instituto nacional parceiro do laboratório britânico no desenvolvimento da vacina.

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