O dólar fechou em alta de 0,93%, a R$ 5,3312, nesta segunda-feira (20), repercutindo a tensão nos mercados externos.
A sessão de hoje foi marcada pela forte aversão ao risco. Os investidores esperam as decisões de política monetária no Brasil e nos EUA.
Além disso, pesa no mercado o risco de calote da gigante chinesa de construção Evergrande.
Ao longo do dia oscilou entre a mínima de R$ 5,3068 e a máxima de R$ 5,3772.
Dólar: mercado interno
A moeda americana subiu no mesmo dia em que o Boletim Focus apontou nova alta para a projeção da Selic: 8,25% ao ano para o fim de 2021. Na semana passada, essa estimativa era de 8%.
Já o Comitê de Política Monetária (Copom) inicia na terça (21) sua reunião de dois dias. Dela sairá a nova taxa básica de juros (Selic). A aposta dominante é de alta de 1 ponto porcentual, com Selic chegando a 6,25% ao ano.
O mercado até esperava uma alta maior, mas a última fala de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, sobre não “mudar o plano de voo” a cada dado de inflação, baixou as expectativas. A alta de 1 ponto já havia sido indicada na ata da última reunião, em agosto.





