O dólar encerrou o pregão desta sexta-feira (14), com baixa 0,29%, cotado a R$ 5,5132. No dia, a moeda oscilou entre a máxima de R$ 5,5531 e a mínima de R$ 5,5087.
A moeda caiu refletindo o maior apetite por risco do mercado doméstico, especialmente por ações ligadas a commodities.
- Segunda-feira (10): +0,76% a R$ 5,6743
- Terça-feira (11): -1,67% a R$ 5,5798
- Quarta-feira (12): -0,81% a R$ 5,5348
- Quinta-feira (13): -0,10% a R$ 5,5295
- Sexta-feira (14): -0,29% a R$ 5,5132
- semana: -2,11%
Cenário
Hoje teve divulgação pelo IBGE do volume de vendas do comércio varejista no país, que cresceu 0,6% em novembro, na comparação com o mês anterior (0,2%). O resultado veio melhor do que a projeção de estabilidade.
Mesmo com o avanço, mais da metade das atividades tiveram resultado negativo. No ano e em 12 meses, o varejo acumula alta de 1,9%.
Ontem (13), a pesquisa do setor de serviços surpreendeu ao avançar bastante acima da projeção, após dois meses de recuos consecutivos – alta de 2,4% no mês, quando se esperava 0,1%.
Mais cedo, a FGV divulgou o Indicador de Comércio Exterior (ICOMEX), que apontou que a balança comercial registrou em 2021 o maior superávit da sua série histórica, com US$ 61,2 bilhões, um acréscimo de US$ 10,8 bilhões em relação ao saldo de 2020.
Houve aumento de 34,2% nas exportações e de 38,2% nas importações. E as commodities representam 67,7% nas exportações totais. Confira aqui as projeções do BTG (BPAC11) para as commodities.
No campo político, servidores federais articulam paralisação na próxima terça-feira (18), por reajustes salariais.
Em indicadores, as vendas no varejo dos EUA caíram 1,9% em dezembro, ante alta de 0,3% em novembro. O dado frustrou as expectativas de mercado, que projetava uma redução de 0,1%.
Já a produção industrial do país caiu 0,1% em dezembro. A projeção era de alta de 0,2%