O dólar fechou esta quinta-feira (31) em baixa de 0,54%, a R$ 4,7612. Ao longo o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,7228 e a máxima de R$ 4,7965. Em março, a divisa acumulou queda de 7,65%.
- Segunda-feira (28): +0,53%, a R$ 4,7726
- Terça-feira (29): -0,31%, a R$ 4,7578
- Quarta-feira (30): +0,62%, a R$ 4,7872
- Quinta-feira (31): -0,54%, a R$ 4,7612
- Semana: +0,30%
Cenário
De acordo com a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Incerteza da Economia subiu 4,2 pontos e alcançou 121,3 durante o mês de março.
Os dos indicadores que compõem o Índice de Incerteza da Economia subiram em março.
O componente de Mídia subiu 3,0 pontos e fechou em 121,9 pontos, fato que contribuiu em 2,6 pontos para o índice agregado.
Por fim, o componente de Expectativas, que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, subiu 7,2 pontos, para 110,2 pontos, contribuindo em 1,6 ponto para a evolução na margem do IIE-Br.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) aponta que a taxa de desocupação no Brasil recuou para 11,2% no trimestre encerrado em fevereiro, o que representa queda de 0,4 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (11,6%).
É a menor taxa para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2016. Com ela, o país soma 12 milhões de desempregados. Na comparação com o último trimestre, o número de pessoas em busca de trabalho caiu 3,1%. Os dados da Pnad Contínua foram divulgados nesta quinta-feira (31), pelo IBGE.
Nos Estados Unidos, foram registrados 202 mil novos pedidos de seguro-desemprego na última semana. O número, fechado em 26 de março e anunciado nesta quinta-feira (31), subiu em relação à semana anterior, que teve 188 mil pedidos, e ficou bem acima da projeção de especialistas, que estimavam 195 mil novos pedidos.
A média móvel das últimas quatro semanas, no entanto, caiu: o índice agora está em 208.500 pedidos, abaixo dos 212 mil do período anterior.
A estatística serve como parâmetro para acompanhar o aquecimento da economia nos EUA. É usada pelo mercado em busca de indicações sobre as ações do Federal Reserve (Fed) a respeito dos estímulos adotados durante a pandemia de Covid-19.






