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Crise do coronavírus impulsiona aplicativos de entregas no Brasil

Crise do coronavírus impulsiona aplicativos de entregas no Brasil

Em épocas de medidas orientadas a restrição da liberdade de locomoção, a opção pelos serviços de entregas passou a ser uma constante na vida da população brasileira.

Inserida neste contexto, a Rappi, startup colombiana que opera em 60 cidades brasileiras, estima um aumento de cerca de 30% no número de pedidos para a América Latina nos dois primeiros meses de 2020. Entre as maiores demandas estão as relacionadas às categorias de farmácia, restaurantes e supermercados.

“As pessoas se sentem mais seguras fazendo um pedido via Rappi e evitando concentrações massivas”, informou a Rappi. As informações são da Reuters.

Somente no segmento de farmácia, a Rappi revela que os pedidos teriam crescido aproximadamente 28% na Colômbia, movimento semelhante ao observado no Brasil.

Já o aplicativo de delivery iFood, da brasileira Movile, disse que ainda é cedo para estimar o impacto do surto de Covid-19 nas operações.

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“O iFood possui flexibilidade para ajustar rapidamente suas operações de acordo com as necessidades do mercado, e está em constante contato com as autoridades, inclusive sobre este tema”, afirmou.

Além disso, o iFood constituiu um fundo de R$ 1 milhão para os colaboradores em quarentena e, ao mesmo tempo, iniciou por aqui testes de entregas sem contato, pratica já adotada por empresas chinesas.

A Uber EATS também não forneceu os números a respeito do crescimento na demanda de pedidos das cidades brasileiras onde opera, mas destacou que está “monitorando ativamente a situação do coronavírus.”

A companhia declarou ainda que prestará assistência financeira por até 14 dias aos motoristas ou entregadores parceiros diagnosticados com coronavírus ou que tiverem quarentena decretada por autoridades de saúde.