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Cotado para Ministério da Segurança, ex-deputado critica Sérgio Moro

Cotado para Ministério da Segurança, ex-deputado critica Sérgio Moro

A possibilidade da recriação do Ministério da Segurança Pública, extinto pelo presidente Jair Bolsonaro, já está gerando atritos sobre membros do governo. Cotado para a pasta, que atualmente está ligada ao Ministério da Justiça, sob o comando de Sérgio Moro, o ex-deputado federal Alberto Fraga não poupou críticas ao possível futuro colega. Apesar de não […]

A possibilidade da recriação do Ministério da Segurança Pública, extinto pelo presidente Jair Bolsonaro, já está gerando atritos sobre membros do governo.

Cotado para a pasta, que atualmente está ligada ao Ministério da Justiça, sob o comando de Sérgio Moro, o ex-deputado federal Alberto Fraga não poupou críticas ao possível futuro colega.

Apesar de não ter confirmado o convite de Bolsonaro e o desmembramento da pasta atual, Fraga defendeu a ideia e a maior autonomia para a segurança pública, deixada de lado por Moro em sua visão.

“Quero que você me aponte qual foi a medida que ele (Moro) adotou (para a redução da criminalidade)”, desafiou.

Ao mesmo tempo em que se referiu a Moro como “ícone no combate à corrupção”, Fraga creditou ao trabalho das polícias estaduais os números que apontam para a redução da criminalidade no País.

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“Todo mundo sabe que os números que aí estão foram consequência da criação do ministério da Segurança Pública quando era isolado (no governo de Michel Temer). Isso é importante dizer. O mérito da redução da criminalidade é das polícias estaduais. É uma covardia dizer que é do ministério da Segurança Pública”.

Currículo

Ex-militar, Fraga aproveitou a entrevista ao jornal O Globo para também se gabar do próprio currículo, até como uma forma de “se apresentar”,  caso venha a ser chamado para compor o governo e alguém questione suas habilidades para o cargo.

“Eu sou autor de 15 projetos de lei em relação à segurança pública, sempre trabalhei na comissão da segurança. Sou coronel da Polícia Militar da reserva e não sou o dono da verdade. Vou vivendo e aprendendo coisas novas no dia a dia. Como é que alguém vem e intitula alguém que é juiz como o bambambam? Não, isso está errado”, concluiu.