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Coronavírus pode causar redução do juro e aumento do prazo do consignado

Coronavírus pode causar redução do juro e aumento do prazo do consignado

O governo estuda novas medidas para manter a economia aquecida e enfrentar os piores cenários causados pela pandemia de coronavírus.

Segundo o secretário Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, as principais têm como alvo o empréstimo consignado de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As primeiras dizem respeito à redução do teto do juro e à ampliação do prazo dos empréstimos consignados.

“Estamos fechando qual seria o patamar do juro e do prazo”, explicou Bianco, à Agência Brasil.

O cenário atual exige que a taxa de juros não seja superior a 2,08% ao mês e seja ligada ao custo efetivo do empréstimo.

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A terceira mudança que o governo pretende implantar deve chegar por meio de um projeto de lei.

A ideia é promover a ampliação da margem consignável, ou seja, da fatia do salário que pode ser comprometida com o empréstimo. Hoje a margem é de 30%.

“Essa medida vai permitir que [o aposentado ou pensionista] não se endivide com outros [empréstimos] com juros maiores, e faz com que ele possa tomar empréstimos com juros mais baixos”, explicou Bianco.

Os projetos citados pelo secretário Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia devem ser enviados para aprovação do Congresso Nacional até terça-feira.

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