Descubra as 10 Maiores Pagadoras de Dividendos da Bolsa
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no FacebookCompartilhar no TelegramCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
Compartilhar
Home
Notícias
Convivência do 5G com satélite segue em teste

Convivência do 5G com satélite segue em teste

Apesar do primeiro resultado da avaliação laboratorial ser divulgado, os testes de convivência entre os sinais da 5G e televisão via satélite continuam.

Os resultados da segunda bateria de testes que analisou a convivência entre os sinais 5G e de televisão via satélite foram divulgados. O anúncio ocorreu nesta terça-feira (21), em Campinas, no interior de São Paulo, e apontou para uma possível viabilidade. Apesar de a avaliação laboratorial do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) ter sido promissora, os testes continuam.

A partir de março, os testes para a convivência seguirão, mas em campo, para uma simulação mais semelhante às condições reais. À frente dos estudos está a solicitação das empresas que operam serviços de telefonia móvel no Brasil. As quais se preocupam com a cenário para a instalação e perfeito funcionamento do 5G em território nacional. Atualmente, o serviço de televisão aberta por sinal de satélite opera em banda C, entre 3,6 GHz e 3,8 GHz. Tanto no modo analógico, quanto no digital.

Já a tecnologia 5G deverá operar na frequência entre os 3,3 GHz e os 3,6GHz. Em dezembro de 2019, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) sugeriu a liberação de mais 0,1GHz. Essa medida seria uma alternativa a fim de evitar a interferência entre os dois sinais, em frequências tão próximas.

A realidade do 5G

Por isso, atendendo à proposta do Sinditelebrasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), passou a investigar o impacto dessa ampliação. Desta forma, solicitou às operadoras de satélite um detalhamento sobre o impacto da alteração na banda C para o 5G. Desde que os canais sejam digitalizados, segundo evidências técnicas, é viável transferir os serviços para frequências mais altas. Assim, a margem ofertada no leilão chegaria aos 3,7 GHz, com fatia de preservação entre 3,7 GHz e 3,8 GHz.

Contudo, todo o processo ocasionará um custo das operações. Também a pedido da Anatel, as empresas já estão estudando os efeitos desse pacote de ações sobre os negócios. Embora os dados ainda estejam em análise, a perspectiva de perda das operadoras de satélite é de, ao menos, 75 MHz.

Publicidade
Publicidade