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Congresso pretende priorizar reforma tributária

Congresso pretende priorizar reforma tributária

Congresso pretende priorizar reforma tributária. Isso porque em ano eleitoral, o número de sessões no plenário, no segundo semestre, costuma ser menor.

Atualmente, todos os projetos de lei estão parados no Congresso Nacional devido às férias coletivas dadas aos senadores e deputados. 

No entanto, a volta aos trabalhos em fevereiro promete ser de intenso trabalho no Congresso. Isso porque entre as principais reformas que serão debatidas por senadores e deputados está em destaque a reforma tributária.

Segundo informações obtidas junto ao portal G1, a aprovação da reforma tributária é uma prioridade defendida por líderes partidários.

Em dezembro de 2019, o senador Davi Alcolumbre (presidente do Senado Federal) instalou uma comissão mista para definir o texto da reforma tributária. Contudo o projeto permaneceu parado em virtude do recesso parlamentar.

Em entrevista ao portal G1,o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) acredita que é possível iniciar as votações na comissão já em março.

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“Não vejo dificuldade de, dentro um mês, fazermos um texto único e, em março, iniciar a votação na comissão. O Executivo vai enviar conteúdo também. Câmara e Senado têm textos semelhantes, é o mesmo chassi, só muda a carroceria”, disse Rocha.

Ao mesmo tempo, os parlamentares reconhecem a urgência em votar a reforma tributária visto que as eleições municipais em outubro podem influenciar o calendário no Congresso. 

Isso porque em ano eleitoral, o número de sessões no plenário, no segundo semestre, costuma ser menor.

Sendo assim, os líderes partidários entendem que é preciso tentar garantir a aprovação das matérias ainda no primeiro semestre.

“Nós temos um período de eleição municipal se aproximando e, por isso mesmo, é importante que a gente consiga concluir essa tramitação [da reforma tributária] antes do período eleitoral. Talvez, esse seja o nosso mais importante deadline, ponto de corte, neste momento”, pondera o líder do Novo na Câmara, Marcel Van Hattem (RS) ao G1.