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Chefes de grandes companhias abrem mão dos salários durante crise

Chefes de grandes companhias abrem mão dos salários durante crise

Chefes de grandes companhias tomaram medidas drásticas diante os efeitos da pandemia de coronavírus. Entre elas, está o corte de salários de executivos do alto escalão, como, por exemplos, os CEOs, informou o site CNN.

Mesmo que isoladamente, a medida não gere impacto significativo no caixa das empresas, ou mantenha o emprego dos funcionários de cargos mais baixos, a atitude manda um recado importante, informou o site.

“Muito disso é simbólico. Quando entramos em uma crise como a que estamos enfrentando agora —que é um momento difícil para a economia e para os trabalhadores, as pessoas estão perdendo seus empregos, e ninguém sabe o que esperar— acho que o fato de os CEOs declararem: ‘Vamos desistir do nosso salário’, é um jeito de mostrar que eles compartilham dessa dor”, disse Itay Goldstein, professor de finanças da Universidade da Pensilvânia.

Contudo, as companhias aéreas e empresas de viagens, foram as primeiras a tomar essa medida. Isso inclui as estrangeiras Delta (DAL), Alasca (ALK), United Airlines (UAL) e outras. Foi anunciado o corte dos salários dos CEOs e redução na remuneração de outros executivos. E isso mesmo com o cenário de crise.

Outras empresas

A redes de hotéis do mundo, a Marriott afirmou, na semana passada, que o CEO Arne Sorenson não será mais pago pelo resto do ano. E que o restante da equipe executiva terá um corte de 50% nos salários. Na mesma ocasião, a companhia divulgou que poderia demitir dezenas de milhares de funcionários em seus hotéis. Desde camareiras até gerentes.

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Todavia, a plataforma de viagens Booking Holdings anunciou nesta segunda-feira (20) que seu CEO, Glen Fogel renunciou a seu salário. Os membros do conselho da Booking também abriram mão da remuneração.

Na quarta-feira (25), a Dick’s Sporting Goods também anunciou que seu CEO Ed Stack e a presidente Lauren Hobart renunciarão a seus salários. Com exceção dos benefícios oferecidos pela empresa. O salário dos demais diretores vão ter cortes de 50%.

Outras empresas, incluindo Ford, GE e Lyft adotaram medidas semelhantes.