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Caixa deve alterar alta cúpula para viabilizar IPO de seguros e cartões

Caixa deve alterar alta cúpula para viabilizar IPO de seguros e cartões

A Caixa Econômica Federal deve apresentar hoje (20), ao conselho de administração, uma proposta de reestruturação da alta cúpula, em meio às discussões sobre a possibilidade de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) das áreas de seguros e cartões, segundo relatos da imprensa. De acordo com o jornal Valor Econômico, o atual presidente […]

A Caixa Econômica Federal deve apresentar hoje (20), ao conselho de administração, uma proposta de reestruturação da alta cúpula, em meio às discussões sobre a possibilidade de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) das áreas de seguros e cartões, segundo relatos da imprensa.

De acordo com o jornal Valor Econômico, o atual presidente da Caixa Seguridade, Marco Barros, irá para o conselho de administração e, em seu lugar, deve ser nomeado Eduardo Dacache, hoje, vice-presidente de atacado do banco. A expectativa é de que o IPO possa ocorrer entre março e abril, acrescenta o Valor.

Já a coluna do Broadcast do Estadão reforça que as mudanças tem por objetivo reforçar a equipe para a abertura de capital dos negócios de seguros e cartões, o que poderá acontecer ainda este ano. Além disso, tal reestruturação é vista como uma avaliação de desempenho dos executivos nomeados às 12 vice-presidências.

A ida de Marco Barros para o comando do Conselho de Administração tem relação com a sua experiência na Brasilprev, responsável pela previdência privada do Banco do Brasil, onde foi o responsável pela reorganização do negócio de seguros do BB, segundo apurou o Estadão.

Segundo a coluna destaca que Júlio Cesar Volpp Sierra, vice-presidente de varejo da Caixa, seria o nome para tocar o IPO de operação de cartões. Essas movimentações indicam que a Caixa está reestruturando sua operação de meios de pagamentos eletrônicos para levá-la à bolsa, acrescenta.

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A abertura de de capital da Caixa Seguridade é a primeira na história do banco e deverá movimentar cerca de R$ 15 bilhões. A abertura de capital do negócio de seguros deve servir de espelho para outras áreas: operações de cartões, lotéricas e gestão de recursos.

Procurada pela coluna do Broadcast, a Caixa Econômica Federal não havia se pronunciado sobre as mudanças.