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Burger King (BKBR3) registra prejuízo 311 vezes maior no 2TRI

Burger King (BKBR3) registra prejuízo 311 vezes maior no 2TRI

Burguer King (BKBR3) registra prejuízo de R$ 186,7 milhões no segundo trimestre de 2020; Ebitda ajustado é negativo em R$ 96,3 milhões.

A BK Brasil (BKBR3), operadora das lojas Burger King no Brasil, reportou prejuízo líquido de R$ 186,7 milhões no segundo trimestre de 2020.

Os números representam um avanço de 311 vezes sobre as perdas líquidas de R$ 600 mil do mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, esse resultado foi impactado pela atividade operacional que foi muito comprometida no decorrer de todo o segundo trimestre deste ano.

Na comparação semestral, o prejuízo líquido foi de R$ 242,4 milhões ante um lucro líquido de R$1,8 milhão no primeiro semestre de 2019.

O Ebitda ajustado (lucro antes juros, impostos, amortização e depreciação) foi negativo em R$ 92 milhões. Recuo de 196,7% na comparação com igual período de 2019, com Ebitda de R$ 95,1 milhões.

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BKBR3: Receitas

A receita operacional líquida do segundo trimestre caiu 56,7%, para R$ 292,7 milhões na comparação com o mesmo período de 2019, com R$ 675,9 milhões.

No semestre, a BK Brasil registra uma receita de R$ 941,8 milhões.

Já a receita dos canais digitais (Delivery, Toteme BK Express) cresceu 216,8%, passando de R$33,8 milhões no segundo trimestre de 2019 para R$107,1 milhões em igual período de 2020.

De acordo com a BK Brasil, “as vendas digitais representadas pelo delivery, totem e BK Express, atingiram 36,9% da receita da Companhia”.

Endividamento e Caixa

Em junho de 2020 o endividamento bruto total atingiu R$ 932,8 milhões, incluindo a captação de R$250 milhões realizada no trimestre.

Com isso, o caixa total disponível foi de R$ 579,6 milhões ao final do segundo trimestre de 2020.

Consequentemente, em junho de 2020 a Companhia possuía uma dívida líquida de R$ 353,2 milhões, comparado a um caixa líquido de R$ 114,0 milhões no mesmo período de 2019.

Com relação a alavancagem financeira, a BK Brasil informou que, retirando os efeitos não recorrentes gerados pela pandemia do Ebitda ajustado, o indicador seria de 3,4x.