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Bolsonaro cutuca governo argentino ao falar sobre apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE

Bolsonaro cutuca governo argentino ao falar sobre apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE

A trégua do presidente Jair Bolsonaro em relação à forma de governo adotada na Argentina com a vitória do peronista Alberto Fernández nas últimas eleições acabou. Depois de flertar até mesmo com a possibilidade de um encontro para aparar as arestas, Bolsonaro voltou a cutucar o colega ao celebrar o apoio dos Estados Unidos à […]

A trégua do presidente Jair Bolsonaro em relação à forma de governo adotada na Argentina com a vitória do peronista Alberto Fernández nas últimas eleições acabou.

Depois de flertar até mesmo com a possibilidade de um encontro para aparar as arestas, Bolsonaro voltou a cutucar o colega ao celebrar o apoio dos Estados Unidos à entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

“A gente torce para a Argentina dar certo, mas sabemos que, pelo quadro político, eles irão passar dificuldade. Fizeram a opção de eleger quem os colocou na situação de desgraça”, disparou.

“A primeira consequência, o americano nos fez passar na frente da própria Argentina na OCDE”, completou, lembrando que o país vizinho também pleiteia uma vaga no seleto grupo de Nações.

Argentina indiferente

No início dessa semana, o governo norte-americano anunciou que passou a considerar a candidatura brasileira como prioritária e colocou o País à frente da Argentina na fila de países que pleiteiam um lugar no grupo dos mais ricos do mundo.

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A decisão é oposta à anunciada em outubro por Mike Pompeo, secretário de Estado norte-americano, ao enviar uma carta à entidade defendendo a entrada imediata apenas de Argentina e Romênia no grupo.

A “ultrapassagem” brasileira, na verdade, não foi uma surpresa para os argentinos. De acordo com as agências internacionais, os Estados Unidos avisaram com antecedência o governo sobre o endosso à entrada do Brasil.

Pessoas próximas a Alberto Fernández informaram que o país não vê como uma das prioridades no momento a entrada na OCDE e que o foco é em realizar um novo acerto com o FMI em relação à dívida externa.