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Bolsa: Qualicorp (QUAL3) tem maior alta e Hering (HGTX3), a baixa

Bolsa: Qualicorp (QUAL3) tem maior alta e Hering (HGTX3), a baixa

A Qualicorp teve a maior alta do índice Ibovespa desta sexta-feira, já a Hering foi destaque entre as ações que tiveram queda

O índice do Ibovespa desta sexta-feira (4) teve como a maior alta as ações da Qualicorp (QUAL3), com 7,90% para R$ 34,02.

Já a baixa ficou com a Hering (HGTX3), que devolve ganhos da véspera, tombando 6,54%, após liderar na quinta, ganhando 4,15%. 

O grande destaque foram as ações da Qualicorp (QUAL3), que chegaram a saltar até 9% após o Pátria anunciar a compra de uma fatia de 5% do capital social da companhia e citar que quer contribuir com a governança da companhia.

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As ações seguiram em forte alta durante toda a sessão a despeita das fortes oscilações do mercado.

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Investimento do fundo Pátria

O fundo Pátria Investimentos passou a deter 14,2 milhões de ações ordinárias da administradora de planos de saúde Qualicorp, representando 5,04% do capital social da companhia.

“Apesar de não haver uma participação-alvo específica definida, tais investimentos realizados pelos Fundos Pátria integram a intenção do Pátria de contribuir crescentemente para a governança da Qualicorp. A participação ora atingida pelos Fundos Pátria não altera, contudo, a estrutura administrativa ou o bloco de acionistas relevantes da Qualicorp”, informou o Pátria em carta enviada à Qualicorp.

Conforme destaca o Credit Suisse, a notícia é positiva, uma vez que o setor é um investimento relevante para o Pátria e avalia que a estabilidade de governança, junto com a efetividade comercial, são catalisadores para as ações da companhia.

Também tiveram altas nesta sexta Grupo CCR (CCRO3), Cogna Educação (COGN3), Braskem (BRKM5) e Gerdau (GGBR4).

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A maior baixa

A baixa da Cia Hering em 4,95% aconteceu em uma semana em que as sinalizações da rival Renner a respeito das vendas em julho e agosto e um relatório do Credit Suisse sobre as operações da própria Hering impulsionaram o papel em diferentes pregões.

A Hering vem tendo um desempenho muito sólido, e subiu bastante depois do balanço da Renner. Tem ações mais sensíveis, porque é uma das empresas mais afetadas pela pandemia.

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Siderurgia e mineração alavancam Ibovespa

Melhorou o cenário financiero em Nova York e aqui viraram as ações com maior peso no Ibovespa, sobretudo os setores de siderurgia e mineração, depreciados na quinta (3) pelos investidores.

Isso apesar da queda de 0,86% do minério de ferro em Quingdao nesta sexta.

As ações tiveram uma força do Itaú BBA, que elevou suas estimativas para o setor siderúrgico brasileiro, citando eventos positivos como o aumento de preços de 8% a 10% em julho, para aços longos e planos.

O banco também destacou o crescimento da demanda doméstica e a recuperação dos preços globais. Vale ON (VALE3) subiu 1,97%, Usiminas PNA (USIM5) +2,50%, só a CSN ON (CSNA3) desafinou, em queda de 0,40%. Apesar da forte baixa do petróleo, Petrobras ON (PETR3) e PN (PETR4) se sustentaram, com altas de 0,13% e 0,17%, respectivamente.


Ações do varejo

Alguns papéis do setor varejista também deram sua contribuição, com expectativas de aumento do consumo, como disse acima RCN. Lojas Renner ON (LREN3) ganhou 1,34% e Magazine Luiza ON (MGLU3) +0,31%.

Já Lojas Americanas PN (LAME4) recuou 0,06%, B2W ON (BTOW3) perdeu 0,20% e Via Varejo ON (VVAR3) caiu 1,51%.

Bolsa: ações

Das 75 ações negociadas na bolsa, 46 subiram, duas ficaram estáveis e 27 desceram em relação ao dia anterior.

A Magazine Luiza (MGLU3) se beneficiou da boa aquisição do aplicativo de entrega de comida AiQFome, de forte presença em cidades menores no Brasil. O ativo subiu 0,31%.

O papel de maior peso no Ibovespa, a Vale (VALE3), ganhou 1,97%, após conseguir realizar a primeira venda de minério de ferro via blockchain, abrindo oportunidades inimagináveis de negócio. Foram quase 180 mil toneladas negociadas na China.

O setor siderúrgico foi beneficiado com a elevação das estimativas pelo Itaú BBA. COmo o minério de ferro acabou subindo no mercado internacional, empresas do ramo ganharam: Gerdau (GGBR4) teve mais 2,79%; Metalúrgica Gerdau (GOAU4), 2,83%; Usiminas (USIM5), mais 2,50%; e Braskem (BRKM5), 4,09%.

Após a homologação, pelo Banco Central, do aumento do capital do Banco Inter (BIDI11), o Banco divulgou hoje a precificação de suas Units.

Assim sendo, para cada Unit representativa de 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais, foi estabelecido o valor de R$ 62,49 por Unit. O banco levantou R$ 1,166 bilhão por meio de oferta restrita de units.

Mesmo com várias casas de investimento recomendando compra, o papel despencou 4,19% hoje.

A Marfrig (MRFG3) celebrou hoje (4) um acordo de intenções com a Associação Paraguaia de Produtores e Exportadores de Carne (APPEC) para, em conjunto, constituírem uma nova sociedade no Paraguai.

Segundo a companhia, o objetivo de explorar potenciais investimentos no país.

A participação da Marfrig na nova sociedade será de 85%, com 15%do capital social pertencentes à APPEC.

Entretanto, as ações ainda caíram 1,07%.

A A Linx (LINX3) comprou a CR Sistemas (Humanus) e isso chegou a puxar as ações para cima. Mas o ativo encerrou o dia com baixa de 2,29%.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$ 13,6 milhões em parcelas fixas e, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos entre 2021 e 2023, pagará o valor de até R$ 2,4 milhões.

Mais negociadas

  • Via Varejo (VVAR3): R$ 18,90 (-1,51%)
  • Magazine Luiza (MGLU3): R$ 88,77 (+0,31%)
  • Vale (VALE3): R$ 60,49 (+1,97%)
  • Petrobras (PETR4): R$ 22,92 (+0,17%)
  • B3 (B3SA3): R$ 58,33 (+0,88%)

Maiores altas

  • Qualicorp (QUAL3): R$ 33,95 (+7,68%)
  • CCR (CCRO3): R$ 14,40 (+4,35%)
  • Braskem (BRKM5): R$ 21,88 (+4,09%)
  • Gol (GOLL4): R$ 19,98 (+3,68%)
  • Cogna (COGN3): R$ 6,01 (+3,62%)

Maiores baixas

  • Hering (HGTX3): R$ 19,78 (-4,95%)
  • BTG Pactual (BPAC11): R$ 79,50 (-2,42%)
  • Cyrela (CYRE3): R$ 23,85 (-1,85%)
  • Totvs (TOTS3): R$ 27,61 (-1,81%)
  • Natura (NTCO3): R$ 49,45 (-1,63%)

Maiores altas da semana

  • Fleury (FLRY3): R$ 28,49 (+10,30%)
  • Energias do Brasil (ENBR3): R$ 18,90 (+7,88%)
  • Qualicorp (QUAL3): R$ 33,95 (+7,78%)
  • Azul (AZUL4): R$ 24,59 (+7,47%)
  • CCR (CCRO3): R$ 14,40 (+7,14%)

Maiores baixas da semana

  • B2W (BTOW3): R$ 102,30 (-11,47%)
  • Cosan (CSAN3): R$ 76,87 (-10,56%)
  • IRB Brasil (IRBR3): R$ 6,95 (-7,32%)
  • Lojas Americanas (LAME4): R$ 30,84 (-7,14%)
  • Suzano (SUZB3): R$ 47,50 (-6,77%)

Outros índices brasileiros

  • IBrX 100: +0,49% (sexta-feira) | -0,88% (42.911,37 pontos)
  • IBrX 50: +0,52% (sexta-feira) | -0,98% (16.526,43 pontos)
  • SMLL: +0,44% (sexta-feira) | -0,20% (2.466,75 pontos)
  • IBrA: +0,48% (sexta-feira) | -0,86% (4.016,27 pontos)

Commodities

O petróleo fechou com nova queda nessa sexta-feira, nas duas referências. E dessa vez foi uma queda bastante forte. No Brent, recuou 3,20%; e no WTI, desceu 3,87%.

Na semana, o preço do Brent encolheu 5,30%.

Já o do WTI caiu mais: 7,43, chegando novamente abaixo dos US$ 40, valor que não alcançava em 30 de julho (US$ 39,92). Só em 9 de julho, com US$ 39,62 o WTI havia recuado tanto.

  • Brent (para novembro): US$ 42,66 (-3,20%)
  • WTI (para outubro): US$ 39,77 (-3,89%)

O ouro caiu mais 0,18% nesta sexta, fechando uma semana bastante negativa para as commodities.

Na semana, a once-troy perdeu 1,41%.

  • Ouro (dezembro): US$ 1.934,30 (-0,18%)

Com Wisir Research

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