Com a B3 fechada nesta terça em função do feriado de 07 de setembro, a atenção dos investidores se volta, sobretudo, para o desenrolar das manifestações políticas marcadas para hoje.
A expectativa é de que milhares de manifestantes, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, devem se reunir nas ruas de algumas das principais capitais do país.
O ato ocorre em um cenário de tensão institucional, concentrada principalmente nas relações entre Bolsonaro e o Poder Judiciário.
No mercado financeiro, o Banco Central informou que a caderneta de poupança registrou em agosto a saída líquida de R$ 5,468 bilhões, rompendo a sequência de entradas líquidas vista nos últimos quatro meses.
No mês passado, os saques superaram os depósitos em R$ 5,399 bilhões, enquanto na poupança rural houve resgate líquido de R$ 69 milhões.
Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas revelou que no acumulado os últimos 12 meses, até julho, o Brasil assumiu o terceiro lugar no ranking da inflação da América Latina, perdendo somente para a Argentina, com 51,8%, e Haiti, com 17,9%.
Vale destacar que o estudo não considerou o desempenho da Venezuela, que vive em meio a um colapso econômico e por isso apresenta indicadores distorcidos, sem base de comparação.
Mercados no exterior
Os mercados de Nova York abriram as negociações em queda após o feriado do dia do trabalho nos Estados Unidos.
Da China vem a notícia de que os números da balança comercial vieram em linha com as expectativas do mercado. As exportações do gigante asiático avançaram 25,6% em agosto, enquanto as importações subiram 33%.
Na zona do euro, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,2% no segundo trimestre deste ano ante o trimestre anterior. Já na comparação anual, o PIB do bloco europeu teve expansão de 14,3%.
O resultado veio acima das estimativas anteriores, que mostravam alta de 2% no confronto trimestral e acréscimo de 13,6% em relação a um ano antes.
Entre os países que integram o bloco, a Irlanda apresentou o maior salto do PIB no segundo trimestre, de 6,3%. Na sequência, aparecem Portugal (+4,9%), Letónia (+4,4%) e Estónia (+4,3%). Em sentido contrário, as maiores perdas foram contabilizadas em Malta (-0.5%) e na Croácia (-0.2%).
As 11h15, as principais bolsas mundiais operavam em queda:
Mercados de Nova York
- Dow Jones: -0,77%
- S&P: -0,42%
- Nasdaq: -0,15%
Mercados Europa
- DAX, Alemanha: -0,64%
- FTSE, Reino Unido: -0,40%
- CAC, França: -0,25%
- FTSE MIB, Itália: -0,81%
- Stoxx 600: -0,48%
Mercados Ásia
- Nikkei, Japão: +0,86%
- Xangai, China: +1,51%
- HSI, Hong Kong: +0,743%
- ASX 200, Austrália: +0,0,24%
Petróleo
- Brent (novembro 2021): US$ 72,01 (-0,30%)
- WTI (outubro 2021): US$ 68,59 (-1,02%)
Ouro
- Ouro futuro (dezembro 2021): US$ 1.798,10 (-1,92%)





