A Boeing, corporação aeroespacial, pediu às autoridades da Casa Branca e do Congresso um auxílio no curto prazo. Devido ao coronavírus as empresas, companhias aéreas e fornecedores estão vendo a indústria de viagens piorar a cada dia. Segundo informações da Bloomberg.
A Boeing tenta evitar ter de realizar demissões, e acabar prejudicando empresas de menor porte. Em que são responsáveis por fabricar peças e sistemas, para uso em suas aeronaves.
Além do impacto sentido pelo coronavírus (Covid-19), a Boeing passa por dificuldades devido ao modelo 737 Max. O qual aguarda autorização para retomar voos, após a ocorrência de dois acidentes aéreos.
Companhias como a Boeing, Airbus e fornecedores enfrentam a pior crise do setor. Desde os ataques de 11 de setembro, em que os países tiveram de fechar suas fronteiras. E assim, as companhias aéreas tiveram de aterrar frotas de aeronaves.
De acordo com Ron Epstein, analista do Bank of America, empresas como a Boeing e o setor aeroespacial como um todo vão enfrentar problemas extremos no curto prazo. “Em nossa opinião, os modelos globais de negócios de companhias aéreas estarão sob estresse. As companhias aéreas reduzirão investimentos, os planos de crescimento serão cortados e haverá recuperações judiciais de companhias aéreas” explicou Epstein.
Em relação a Boeing, Epstein também comentou a situação da liberação do modelo 737: “O programa 737 Max pode ser especialmente afetado devido às próprias circunstâncias idiossincráticas.”
A Boeing, confirmou em um comunicado que está em discussões contínuas e positivas, com Trump e o Congresso. O acesso a curto prazo é visto como fundamental para toda a indústria aeroespacial, devido a forte perspectiva de longo prazo.