Os bancos apostam em crédito com juros mais elevados. De acordo com o Valor Econômico, o avanço da vacinação e a melhora da economia impulsionam o crédito, enquanto a inadimplência se mantém muito próxima das mínimas históricas.
Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) aprovou o aumento de 1 ponto percentual na taxa Selic, chegando a 5,25% ao ano.
Fux cancela reunião entre Poderes da República
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luis Fux, cancelou a reunião entre Poderes da República, de acordo com o Valor Econômico. Reação faz parte de articulação de ministros das outras Cortes superiores para tentar frear os ataques do presidente Jair Bolsonaro aos magistrados e às urnas eletrônicas.
Em matéria do O Globo, Fux diz que “pressuposto do diálogo é respeito mútuo”.
Isto porque, de acordo com a Folha de S.Paulo, Bolsonaro diz estar chegando hora de deixar Constituição, o que causou reação de Fux reage.
Com isto, integrantes da Corte chegam a consenso sobre necessidade de reagir a ataques do chefe do Executivo.
Ainda de acordo com o O Globo, o CEO do Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira, disse que o país vive ‘um quadro dramático de crise institucional em formação’ e diz que estamos como ‘sapo na panela’ com temperatura subindo.
Comissão da Câmara rejeita voto impresso
Comissão da Câmara dos Deputados rejeitou a proposta de implementar o voto impresso no Brasil, de acordo com o Valor Econômico. Resultado representa derrota à estratégia do presidente de questionar a lisura do processo eleitoral e colocar em xeque o resultado do pleito de 2022.
Segundo O Globo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a indicar a possibilidade de incluir a proposta em votação no plenário.
De acordo com a Folha de S.Paulo, a proposta foi derrotada em colegiado especial em meio a atos de apoiadores do presidente e novos ataques do chefe do Executivo às urnas eletrônicas.
Senado reabre Refis
O Senado reabriu o Refis, com perdão de 90% em multas, segundo matéria do Estadão. Texto que ainda precisa ser aprovado pela Câmara prevê o parcelamento de débitos tributários em até 12 anos.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, é contra, por ser um programa tão amplo e com condições consideradas generosas.