No governo do presidente Jair Bolsonaro, o ministério da Economia se tornou mais poderoso. Desde o começo da gestão, já incorporou quatro pastas e vai se tornar ainda maior com a chegada do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). A mudança ainda precisa de uma lei específica para ser implementada.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, é possível que o programa seja absorvido pela secretaria especial de Desestatização, de Salim Mattar.
A retirada do PPI da Casa Civil foi apenas uma das decisões recentes que esvaziaram a pasta e podem levar à saída do ministro Onyx Lorenzoni. Nessa semana, dois assessores dele foram demitidos: Vicente Santini, número dois da Casa Civil, e o secretario adjunto da Secretaria-Executiva, Fernando Moura. E é possível que a secretária-executiva do PPI, Martha Seillier, também seja retirada do cargo. Seillier era uma das servidoras que estavam no voo da FAB que provocou a queda de Santini.






