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Aliansce Sonae (ALSO3) tem alta de 58% no lucro do 2TRI21

Aliansce Sonae (ALSO3) tem alta de 58% no lucro do 2TRI21

A Aliansce Sonae (ALSO3) registrou lucro líquido 58,7% maior no segundo trimestre de 2021 (2TRI21).

O indicador passou de R$ 35,7 milhões para R$ 56,705 milhões ao fim do 2TRI21.

Aliansce Sonae (ALSO3): principais números do balanço do 2TRI21

Lucro líquido

  • Lucro 2TRI21: R$ 56,7 milhões
  • Lucro 2TRI20: R$ 35,7 milhões

Ebitda ajustado

  • Ebitda 2TRI21: R$ 147,4 milhões
  • Ebitda 2TRI20: R$ 109,3 milhões

Receita líquida

  • Receita 2TRI21: R$ 207,7 milhões
  • Receita 2TRI20: R$ 161,9 milhões

Ebitda e receita crescem

O Ebitda ajustado da empresa cresceu 34,8%. Assim, subiu de R$ 109,3 milhões para R$ 147,4 milhões.

Já a margem Ebitda ajustada aumentou de 67,5% para 71%.

A receita líquida da Aliansce Sonae (ALSO3) cresceu 28,3%.

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O indicador subiu de R$ 161,9 milhões no 2TRI20 para R$ 207,7 milhões no 2TRI21.

Outros destaques de Aliansce Sonae (ALSO3)

No 2TRI21, o NOI da Aliansce Sonae foi de R$ 141,7milhões, já após o efeito da PDD e ex-ajuste aluguel linear, refletindo os impactos sobre a recuperação de receitas e a manutenção da disciplina da Companhia em controlar custos.

95,4% de taxa de ocupação ao final do 2TRI21. A alta demanda por espaços comerciais, forte recuperação em vendas e soluções omnichannel para os lojistas contribuíram para o aumento da taxa de ocupação em relação ao 1T21.

Patamar de vendas próximo ao nível pré-pandemia. As vendas totais do portfólio atingiram 92% para ambos os meses de maio e junho, comparados a 2019. Os destaques foram os shoppings da região Norte, com crescimentos de 13% e 15% nos últimos dois meses do 2T21 vs.2T19, respectivamente.

Forte geração de caixa operacional. A Aliansce Sonae encerrou o 2T21 com caixa de R$ 1,0 bilhão e Dívida Líquida/EBTIDA de 1,8x. No semestre, a companhia alcançou geração operacional de caixa de R$ 192 milhões, confirmando sua resiliência mesmo em períodos mais desafiadores.

Os custos totais no 2T21 foram afetados pelo efeito não caixa de provisão para devedores duvidosos (PDD) que somou R$ 17,4milhões, reforçando o nível de provisionamento para fazer frente ao risco de inadimplência futura de aluguel e condomínio.