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Ajuda a desassistidos por coronavírus começa em até duas semanas, diz Guedes

Ajuda a desassistidos por coronavírus começa em até duas semanas, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a ajuda para pessoas desassistidas, desalentadas e fora da economia formal, prejudicadas pela queda da atividade econômica decorrente da pandemia, começará a ser distribuída em até duas semanas. As informações são do site Poder360.

De acordo com o ministro, o valor do “coronavoucher”, como vem sendo chamado, não poderá ser maior nem menor que o Bolsa Família que hoje varia de R$ 89 a R$ 205. A previsão é de 18 milhões de famílias recebam o auxílio.

A intenção do governo é montar um esquema rapidamente e de forma desburocratizada. De acordo com o site, o atendimento seria feito pela Caixa Econômica Federal, por meio que 26.000 agências. O interessado precisará apenas dizer o nome e dar alguma identificação. Se a pessoa já for beneficiária do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC) não terá direito. Segundo o ministro, as fraudes serão prevenidas por meio de checagem da Caixa. Se alguém recebeu sem estar incluído nos critérios, no mês seguinte não receberá.

Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro já tinha manifestado na semana passada a intenção de criar um sistema de ajuda para os mais desassistidos.

Estado de emergência

Sobre a necessidade de equipamentos e insumos para o setor de Saúde, o ministro acredita que o país tem condições de identificar fábricas com capacidade para produzir máscaras e respiradores mecânicos e financiar imediatamente a produção desses equipamentos, além de começar a importar se for o caso.

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Essas medidas seriam possíveis após a decretação, ontem, do estado de emergência. Ele negou, no entanto, que isso seja uma “liberdade para gastar” pois todos os recursos irão para a Saúde. O ministro Luiz Henrique Mandetta irá ajudar a definir a destinação. Seriam usados os R$ 100 bilhões economizados no ano passado com o pagamento da dívida pública, depois da queda da taxa Selic.

“O estado de emergência nos permite descumprir a meta fiscal previamente anunciada. Mas não se trata de furar o teto dos gastos, pois aí o dinheiro vai diretamente para os rentistas: os juros subiriam de maneira alucinada e isso nós não vamos deixar acontecer”, disse o ministro, de acordo com o Poder360.