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Bolsa de valores amplia alta e zera perdas de 2020

Bolsa de valores amplia alta e zera perdas de 2020

A bolsa de valores intensificou os ganhos nesta terça-feira (15) e conseguiu zerar as perdas de 2020 ao superar os 115.645 pontos que registrou no fechamento de 2019. Às 18h, o Ibovespa subia 1,36%, aos 116.174,38 pontos.

No exterior, bolsas europeias fecharam em alta e bolsas de Nova York se mantêm no terreno positivo.

O destaque do dia no Brasil é a divulgação da ata da última reunião do Copom. Segundo o documento, as condições do forward guidance estão por ora mantidas, mas o posicionamento pode ser reavaliado se o cenário se alterar. Isso, contudo, não leva, de acordo com o documento, à elevação automática dos juros. A ata também avalia que, apesar da alta da inflação prevista para dezembro, o choque é temporário.

Em evento nesta manhã, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a recuperação em “V” do país está perdendo a força, classificou como frágil situação fiscal do Brasil, mas disse não acreditar que governo abandonará a âncora fiscal.

Em documento enviado ao Congresso, o Ministério da Economia elevou a meta de resultado primário de 2022 para um déficit de R$ 178,9 bilhões e para 2023 para R$ 150,13 bilhões, praticamente o dobro do projetado em abril deste ano. As metas constam de ofício com pedido de ajustes ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

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A FGV divulgou o Índice Geral de Preços – 10 de dezembro, que desacelerou para 1,97%, na mediana das projeções, ante 3,51% de novembro. No ano, a alta acumulada é de 24,16%.

Exterior

Os mercados futuros de Nova York operam em alta, com avanços sobre o pacote de estímulos americano. A Ásia fechou em terreno negativo.

Nos Estados Unidos, foram divulgados os resultados da produção industrial, que subiu 0,4% em novembro e superou as expectativas. Na comparação com novembro do ano passado, contudo, houve recuo de 5,5%.

Além disso, ontem, um grupo bipartidário de senadores acordou com parte do projeto de auxílio fiscal. Seriam destinados US$ 748 bilhões para setores mais afetados pela pandemia. Mas os outros US$ 160 bilhões que seriam repassados aos estados ainda seguem em discussão.

O Canadá se tornou o terceiro país a iniciar a vacinação com o imunizante da Pfizer, depois de Reino Unido e EUA.

Enquanto isso, Nova York e Europa estudam medidas restritivas ainda maiores para conter o vírus, enquanto a vacinação não chega para toda a população. O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, levantou a hipótese de um lockdown total em breve.

O Reino Unido afirma ter notificado a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre uma variação do coronavírus que se multiplica mais rapidamente. O novo surto no país, segundo o ministro da saúde britânico, teria a ver com essa nova cepa.

Na China, a produção industrial subiu 7% ao ano em novembro, acima da projeção de 6,8%. As vendas no varejo avançam 5%, abaixo da estimativa de 5,5%.

Veja as cotações às 18h:

Mercados de Nova York

  • S&P: +1,29%
  • Nasdaq: +1,25%
  • Dow Jones: +1,13%

Mercados Europa

  • DAX, Alemanha: +1,06%
  • FTSE, Reino Unido: -0,28%
  • CAC, França: +0,05%
  • FTSE MIB, Itália: +0,81%
  • Stoxx 600: +0,40%

Mercados Ásia

  • Nikkei, Japão: -0,17%
  • Xangai, China: -0,06%
  • HSI, Hong Kong: -0,69%
  • ASX 200, Austrália: -0,43%
  • Kospi, Coreia: -0,19%

Petróleo

  • Brent (fevereiro 2021): US$ 50,68 (+0,78%)
  • WTI (janeiro 2021): US$ 47,50 (+1,09%)

Ouro

  • Ouro futuro (fevereiro 2021): US$ 1.851,70 a onça-troy (+1,06%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian, China: US$ 151,88 (+1,48%)