Gigantes de tecnologia apostam cada vez mais no design de seus próprios semicondutores para otimizar diversas ferramentas. Dentre as apostas estão as tarefas de inteligência artificial, desempenho de servidores e duração de baterias móveis.
Assim, o Google conta com a Tensor Processing Unit, a Apple, com a divisão A13 Bionic, além da Amazon.com que opera a Graviton2. Porém, o que esses titãs não possuem, é uma fábrica para desenvolver os chips dos sonhos.
Todavia, a Samsung Electronics aposta em um plano de US$ 116 bilhões de 10 anos para seu negócio. Assim, a empresa sul-coreana investe pesado no próximo passo para a miniaturização de semicondutores. Portanto, esse processo é conhecido como litografia com luz ultravioleta extrema (EUV).
Sem dúvida, é a modernização da produção mais cara já planejada pela Samsung. Derivado de uma tentativa arriscada de ir além do negócio estabelecido de produzir silício comoditizado, e de ultrapassar os líderes atuais na indústria de fundição e chips lógicos, que movimenta US$ 250 bilhões.
Chips
Um novo mercado está se abrindo, foi o que disse Yoon Jong Shik, vice-presidente executivo da divisão de fundição da Samsung, durante fórum realizado recentemente em Seul. O vice presidente ressaltou “Empresas como Amazon, Google e Alibaba, que não têm experiência em design de silício, buscam fabricar chips com suas próprias ideias conceituais, a fim de impulsionar os serviços. Acho que isso traria um avanço significativo para nosso negócio de chips que não são de memória”.






