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Governo federal autoriza realização de concurso para 2.480 vagas 

Governo federal autoriza realização de concurso para 2.480 vagas 

O governo federal autorizou a abertura de concurso público para 2.480 cargos em diversos ministérios e órgãos federais. Além disso, outras 546 vagas serão preenchidas por pessoas aprovadas em concursos já realizados. O preenchimento das vagas no governo federal vai depender da realização dos concursos, que ficarão a cargo dos respectivos órgãos e ministérios.

Ao todo, as mais de 3 mil vagas a serem preenchidas deverão custar cerca de R$ 546 milhões ao orçamento da União. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é o órgão com maior número de vagas abertas, 895. O Ministério da Gestão e Inovação terá 650 vagas, sendo 500 para analista técnico de política social (ATPS). 

Quadro com vagas no governo federal em concursos já autorizados
Fonte: Agência Brasil/Ministério da Gestão

“Será um concurso em que vamos atender cerca de dez órgãos”, afirmou a ministra da Gestão, Esther Dweck. Segundo a ministra, a abertura é necessária para repor cerca de 80 mil servidores que deixaram o governo desde 2017, por aposentadoria ou outros desligamentos, sem que houvesse reposição.

Entre os concursados já aprovados, a distribuição é a seguinte:

  • Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) – 257
  • ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) – 160
  • Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) – 102
  • ANM (Agência Nacional de Mineração) – 27

O governo já havia anunciado a abertura de mais 5 mil vagas para professores e técnicos em instituições federais de ensino e outras 8.141 vagas em processos seletivos para servidores temporários.

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No caso dos servidores da educação, Esther Dweck informou que deve publicar, nos próximos dias, portaria conjunta com o Ministério da Educação para distribuição dessas vagas, com prioridade para novos campi abertos, que estão com dificuldade de pessoal.

“O limite orçamentário não permitia preencher as vagas existentes, e principalmente os campi novos estavam muito defasados no quadro. Então, vamos fazer, junto com o MEC, essa redistribuição para permitir que continue o processo de ampliação das universidades e institutos federais por todo o Brasil”, explicou a ministra.