O Banco Central (BC) negou em nota que haja qualquer iniciativa de “censura ou cerceamento” à livre manifestação de seus diretores. A autoridade monetária reforçou no comunicado que “todo dirigente tem pleno direito de expressar livremente suas opiniões nos canais que considerar adequados, sem necessidade de autorização ou aprovação prévias”.
O pronunciamento é uma resposta a uma publicação da “Folha de S.Paulo”, que afirma que o BC estaria debatendo uma normativa que subordinaria a manifestação de diretores à autorização de Roberto Campos Neto, presidente da instituição. A iniciativa poderia limitar as falas do novo diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, indicado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
SUCESSÃO PATRIMONIAL: GARANTA A LONGEVIDADE DO SEU PATRIMÔNIO E LEGADO.
“Não existe e jamais existirá censura ou cerceamento de qualquer espécie à livre manifestação dos dirigentes do BC. Pelo contrário, os dirigentes do BC têm sido incentivados a se manifestar mais em público, o que pode se notar pela maior frequência de entrevistas e de outras manifestações públicas, incluindo a recém-lançada live semanal do BC no YouTube”, comunicou o Banco Central.
BC afirma manifestar comunicação de dirigentes
A autoridade monetária também afirmou que os dirigentes têm sido incentivados a se manifestar mais em público por meio de entrevistas. Recentemente, o BC também iniciou uma série de lives semanais às segundas-feiras.
“O BC vem estudando como aprimorar sua comunicação e qualquer mudança virá no sentido de estimular maior abertura e exposição do pensamento de seus dirigentes e da atuação da Autarquia, em linha com a autonomia recentemente aprovada na Lei Complementar 179, de 2021.”