O Australian Open 2026 abriu oficialmente a temporada dos Grand Slams do tênis mundial e, como manda a tradição, começou com uma semana intensa de qualificatório em Melbourne. Entre os dias 12 e 15 de janeiro, atletas de diferentes países entraram em quadra sonhando com uma das vagas na chave principal do torneio, que acontece de 18 de janeiro a 1º de fevereiro. O Brasil esteve representado por quatro tenistas no quali, em uma disputa marcada por confrontos equilibrados e alto nível técnico.
O Australian Open 2026 é o primeiro dos quatro Majors do calendário e costuma testar os jogadores logo no início do ano, tanto fisicamente quanto mentalmente. No qualificatório, as partidas são disputadas em melhor de três sets, inclusive no masculino, o que exige consistência desde a estreia. Para avançar à chave principal, cada atleta precisa vencer três jogos consecutivos.
Além disso, o fuso horário chama atenção: Melbourne está 14 horas à frente de Brasília. Isso impacta diretamente quem acompanha o Australian Open 2026 ao vivo, especialmente nas fases iniciais, com jogos acontecendo ainda de madrugada no horário brasileiro.
Como funciona o qualificatório do Australian Open 2026?
O quali do Australian Open 2026 define 16 vagas em cada chave de simples, masculina e feminina, completando o total de 128 tenistas no torneio principal. Essa etapa reúne jogadores que não possuem ranking suficiente para entrar diretamente, além de jovens promessas e atletas em busca de recuperação no circuito.
Para os brasileiros, o desafio foi grande. No feminino, Laura Pigossi foi a única representante nacional. Já no masculino, João Lucas Reis, Thiago Wild e Gustavo Heide tentaram furar o bloqueio inicial em Melbourne. Todos chegaram ao torneio conscientes da dificuldade, já que o quali costuma ser tão competitivo quanto rodadas iniciais da chave principal.
Mesmo com eliminações precoces, o Australian Open 2026 serviu como importante termômetro para esses atletas, que enfrentaram adversários de estilos variados e vindos de diferentes escolas do tênis mundial.
Desempenho dos brasileiros no Australian Open 2026
Laura Pigossi entrou no Australian Open 2026 enfrentando a chinesa Zhu Lin logo na primeira rodada do quali. Em um duelo inédito, a brasileira acabou eliminada em sets diretos, mas teve momentos de equilíbrio ao longo da partida, especialmente nos games iniciais de cada set.
No masculino, João Lucas Reis também caiu na estreia do Australian Open 2026, diante do português Henrique Rocha. Já Thiago Wild conseguiu avançar uma rodada ao vencer o equatoriano Álvaro Guillén Meza, mas foi superado pelo italiano Francesco Maestrelli na sequência. Gustavo Heide teve campanha semelhante: venceu na estreia contra o britânico Jay Clarke e foi eliminado na segunda rodada pelo croata Dino Prizmic.
Apesar das quedas no quali, o Brasil já conta com dois nomes garantidos diretamente na chave principal do Australian Open 2026: João Fonseca e Beatriz Haddad Maia, os mais bem colocados do país no ranking mundial.
Onde assistir e o que esperar da chave principal?
A cobertura do Australian Open 2026 no Brasil acontece por meio de canais esportivos e plataformas de streaming que tradicionalmente transmitem os Grand Slams. A expectativa agora se volta para a estreia dos brasileiros já classificados e para os principais nomes do circuito internacional.
Com jogos longos, calor intenso e torcida presente desde as primeiras rodadas, o Australian Open 2026 promete mais uma edição marcada por histórias de superação, surpresas e grandes confrontos em Melbourne.
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