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China reduz taxa de juros para amenizar a crise de covid-19

China reduz taxa de juros para amenizar a crise de covid-19

Redação EuQueroInvestir

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20 Mai 2022 às 13:38 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

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20 Mai 2022 às 13:38 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

China enfrenta crise em decorrência do lockdown e restrições para combater a pandemia. (Foto: Reprodução)

China enfrenta crise em decorrência do lockdown e restrições para combater a pandemia. (Foto: Reprodução)

Nesta sexta-feira (20), a China anunciou que vai reduzir a taxa de juros em uma tentativa de estimular a economia. O país foi duramente afetada pelas restrições sanitárias em decorrência dos surtos de covid-19, que voltou a assolar o país em março deste ano.

Com o lockdown voltando a ser uma realidade no país, toda a cadeia de abastecimento da China foi afetada. Assim, a segunda maior economia do mundo está indo na contramão da demanda mundial, provocando uma desaceleração na índustria da última economia do mundo que continua a manter duras restrições e tolerância zero para combater a pandemia.

Com uma realidade bem distante do que era prospectado para o mercado chinês antes da pandemia, o Banco Central da China anunciou a redução, de 4,6% para 4,45%, da taxa preferencial de empréstimo a cinco anos. A taxa serve de base para hipotecas.

Em contrapartida, a taxa de um ano, que é base para ‘nortear’ os créditos que os bancos comerciais concedem para as empresas, se manteve fixa em 3,7%. De acordo com Chaoping Zhu, analista do banco JP Morgan, a redução da taxa “estimulará o mercado imobiliário, essencial para as finanças dos governos locais”.

A decisão tenta ‘remediar’ a grave crise do setor imobiliário chinês, no qual várias empresas estão à beira da falência, com dívidas astronômicas em decorrência da queda da demanda, impedindo a economia do país de avançar e voltar a se estabilizar.

Economia chinesa sofre com desaceleração há meses

Nos últimos meses, indicadores apontam uma clara desaceleração da economia chinesa devido as restrições do covid-19 e a continuação do lockdown em cidades econômicas de peso, como Xangai. Além disso, os dados do comércio varejista não são animadores e vem registrando quedas expressas desde o início da pandemia do coronavírus.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, já deu indícios de que a economia é uma preocupação nacional latente. Ele reforça essa percepção ao pedir medidas “urgentes” para estimular a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

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