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Vivo deve ampliar pagamento de dividendos em 2026

Vivo deve ampliar pagamento de dividendos em 2026

Segundo o BTG, considerando um ambiente competitivo saudável, o setor deve continuar capaz de expandir receitas em linha ou ligeiramente acima da inflação

A Vivo (VIVT3) deve distribuir R$ 8,7 bilhões em dividendos ao longo deste ano, após ter pagado R$ R$ 6,4 bilhões em remuneração aos acionistas em 2025. Porém, relatório do BTG Pactual (BPAC11) considera que o dividend yield (DY) poderão ficar comprimidos ao longo do ano.

“No entanto, após o forte desempenho no ano (sobre uma já expressiva valorização em 2025), as avaliações ficaram mais elevadas e os dividend yields mais comprimidos”, diz trecho do relatório.

Segundo o BTG, considerando um ambiente competitivo saudável, o setor deve continuar capaz de expandir receitas em linha ou ligeiramente acima da inflação, ampliar margens EBITDA e manter capex estável, dado que o próximo ciclo relevante de investimentos ainda parece distante.

Por sua vez, o banco Safra estimou que o dividend yield da empresa de telefonia deve ficar em torno de 6% ao longo do ano, considerado atrativo. Esse fator e mais uma forte geração de caixa, sustentam uma recomendação de compra para a ação da empresa.

A empresa fixou a data de pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) que foram declarados no segundo, terceiro e quarto trimestres do exercício social do ano passado. A data do pagamento dos JCP será em 14 de abril, no valor total de R$ 2,990 bilhões.

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Como foi o balanço

Sobre o balanço sobre o quarto trimestre do ano, a companhia reportou lucro líquido de R$ 1,877 bilhão no último trimestre do ano passado, um aumento de 6,5% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Para o BTG, os resultados ficaram em linha com o esperado. A receita de serviços cresceu 6,5% na comparação anual, para R$ 14,3 bilhões, ficando, no entato, 0,3% abaixo da estimativa. O crescimento foi impulsionado pelo desempenho mais forte da receita de serviços móveis (MSR), parcialmente compensado por um resultado ligeiramente mais fraco na operação de telefonia fixa.

Já o Safra, avaliou resultados sólidos para a empresa de telecomunicação, evidenciando o forte momento operacional.

“O impacto positivo de uma menor alíquota efetiva de imposto (14% ante 16% no ano anterior) compensou parcialmente as maiores despesas financeiras, que praticamente dobraram, atingindo R$ 664 milhões, afetadas pelo aumento do passivo não recorrente relacionado ao FISTEL TFF para R$ 6,0 bilhões e por uma base de comparação mais desafiadora”, destacou o Safra.