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Veja as 5 top picks do Santander no setor de transportes

Veja as 5 top picks do Santander no setor de transportes

Localiza, Marcopolo, Motiva, Embraer e WEG lideram nova lista de preferências do banco, que mantém compra em todas as cinco empresas

O Santander atualizou os modelos de sete empresas do setor de Transportes e Bens de Capital e apresentou sua nova lista de top picks, mantendo recomendação de compra em todos os casos.

As variações nos preços-alvo ficaram entre -6% e +5%. O relatório é assinado pelos analistas Lucas Barbosa, Gabriel Tinem e Victor Tani.

Localiza: top pick do setor

A locadora de veículos lidera a lista de preferências do banco. Os analistas destacam o momento operacional favorável após esforços de melhora em preços e custos de aluguel, a sensibilidade positiva à queda de juros e um CAGR de lucro por ação de 21% entre 2026 e 2029.

“A Localiza negocia a 11,1 vezes o lucro estimado para 2026 e 9,0 vezes para 2027, frente a uma média de 20,4 vezes nos últimos dez anos — um valuation que consideramos muito atrativo dado o perfil de crescimento da companhia”, afirmam Barbosa, Tinem e Tani.

Marcopolo: programa Move 2

A fabricante de carroçarias de ônibus aparece em segundo lugar. O Santander espera melhora gradual dos indicadores, apoiada pelo financiamento do programa Move 2, pela demanda por ônibus rodoviários e pela aceleração das entregas do Caminho da Escola nos próximos meses.

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Motiva: revisões contratuais e novos leilões

A gestora de concessões rodoviárias figura em terceiro lugar.

“Ressaltamos o volume relevante de revisões e reequilíbrios contratuais em discussão com reguladores, o valuation com TIR implícita nominal de 16,9% e o potencial de crescimento vindo de novos leilões, incluindo a Régis Bittencourt em julho de 2026”, destacam os analistas.

Embraer: desconto frente aos pares

A fabricante de aeronaves ocupa a quarta posição. O banco cita o desconto frente aos concorrentes globais, o potencial dos jatos executivos junto ao público de alta renda e os pedidos recentes do C-390 como pilares da tese.

WEG: ponto de inflexão operacional à vista

A WEG fecha a lista. “Embora reconheçamos que a WEG possa sofrer revisões baixistas de lucro no curto prazo, vemos um ponto de inflexão operacional surgindo entre o segundo semestre de 2026 e o primeiro semestre de 2027, apoiado por uma carteira saudável de produtos de ciclo longo e pela expansão da capacidade de T&D”, concluem Barbosa, Tinem e Tani.