O Bradesco BBI realizou uma alteração na carteira recomendada de dividendos para junho, substituindo as ações da TIM (TIMS3) pelas da Vale (VALE3).
O portfólio é composto por cinco ativos e projeta dividend yield médio de 8% para 2026. Além da Vale, reúne Allos (ALOS3), Caixa Seguridade (CXSE3), ISA Energia (ISAE4) e Itaúsa (ITSA4).
A carteira é voltada ao investidor conservador com tolerância ao risco da renda variável, com foco na previsibilidade do fluxo de caixa das empresas.
Por que a Vale?
A troca busca maior visibilidade e gatilhos de curto prazo para o portfólio.
“A Vale combina um pano de fundo favorável para commodities com drivers próprios relevantes, enquanto o setor de telecom atravessa um momento de maior incerteza e menor previsibilidade de resultados”, justifica o Bradesco BBI.
Os fundamentos do minério de ferro seguem robustos no curto prazo, sustentados pela alta utilização das usinas e melhora da rentabilidade do setor siderúrgico chinês.
A explosão em uma mina de carvão na província de Shanxi intensificou inspeções de segurança na China e impulsionou os preços futuros do carvão metalúrgico. O movimento pode incentivar maior uso de minério de alto teor pelas siderúrgicas.
“Esse choque na oferta de carvão adiciona um vetor relevante ao cenário, podendo influenciar positivamente a demanda pelos produtos da Vale”, conclui o Bradesco BBI.






