A Vale (VALE3) atualizou nesta segunda-feira (23) suas projeções de fluxo de caixa e o cronograma de investimentos dos projetos de cobre na região de Carajás, conforme comunicado encaminhado ao mercado e apresentado durante a Conferência BMO Global Metals, Mining & Critical Minerals, realizada na Flórida.
Segundo Marcelo Feriozzi Bacci, Vice-Presidente Executivo de Finanças e Relações com Investidores, as novas estimativas refletem “um planejamento mais detalhado para os próximos cinco anos, especialmente no que diz respeito à expansão da capacidade de produção de cobre”.
No detalhamento do cronograma, a companhia prevê destinar US$ 3,5 bilhões aos projetos de cobre entre 2026 e 2030. Os aportes começam com US$ 0,3 bilhão em 2026 e aumentam progressivamente até chegar a US$ 1,1 bilhão em 2030.
Bacci destacou que os investimentos incluem iniciativas de crescimento já em execução, como o projeto Bacaba, e reforçou que “os desembolsos seguem alinhados à estratégia da Vale de fortalecer o portfólio de metais críticos para a transição energética”.
Finanças
No campo financeiro, a companhia também apresentou a sensibilidade do Fluxo de Caixa Livre (FCL) da Vale Base Metals.
A estimativa aponta para aproximadamente US$ 1,1 bilhão em 2026, em valores reais, considerando as curvas futuras de preços do cobre, variando entre US$ 12.738 e US$ 12.870 por tonelada, e do níquel, entre US$ 17.133 e US$ 17.691 por tonelada no período de março a dezembro.
Para os acionistas, o Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) está projetado entre US$ 4,6 bilhões e US$ 5,7 bilhões, representando um rendimento estimado entre 7,0% e 8,5%.
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