Descubra as 10 Maiores Pagadoras de Dividendos da Bolsa
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no FacebookCompartilhar no TelegramCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
Compartilhar
Home
Notícias
Ações
Sanepar está barata na Bolsa e é alvo de privatização

Sanepar está barata na Bolsa e é alvo de privatização

A empresa é uma ação barata com múltiplos baixos, apesar de operar de forma ineficiente, bem abaixo do seu potencial

Duas small caps foram selecionadas pelo BTG Pactual para fazer parte de seu primeiro portfólio mensal de 2026: Pague Menos (PGMN3) e Sanepar (SPAR11).

O time de analistas do banco, liderado por Carlos Sequeira, também removeu os ativos da Eztec (EZTC3) e Track&Field (TFCO4) para abrir espaço para as estreantes.

Sobre a Sanepar, o BTG explica que ela está com preços convidativos.

“A Sanepar é uma ação barata com múltiplos baixos, apesar de operar de forma ineficiente, bem abaixo do seu potencial”, explica Sequeira.

Segundo ele, se a ação reduzisse a diferença para o EBITDA regulatório, diminuísse o corte no capex (investimentos) para cerca de 3% e negociasse a cerca de 9% de TIR real (até o final de 2026), similar ao patamar atual de muitas ações, precisaria de uma reavaliação de pouco mais de 60%.

Publicidade
Publicidade

“O principal evento para a Sanepar em 2026 será político. A eleição para governador pode levar os investidores a esperar que a empresa se torne mais eficiente ou tome medidas rumo à privatização. Em ambos os casos, o potencial de crescimento é significativo”, pontua o banco.

Pague Menos

Com o aumento de capital realizado em setembro, que girou R$ 243 milhões  (R$ 243 milhões; 57% primário e 43% secundário), o BTG retomou a avaliação e definiu uma recomendação de compra.

“Considerando os recursos da oferta subsequente de ações e atualizando nossas estimativas com premissas mais construtivas (após um sólido 3º trimestre), revisamos para cima as estimativas de receita e EBITDA (ex-IFRS 2026) em 4% e 18%, respectivamente, estabelecendo um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 6,5/ação (de R$ 4,5/ação anteriormente), com a Pague Menos negociando a 13x o P/L de 2026”, calcula o banco.

Desta forma, embora a injeção de capital deva proporcionar uma leve redução da alavancagem, a empresa deve continuar superando seus pares do setor varejista (e farmacêutico), impulsionada por um forte crescimento dos lucros e ganhos de eficiência operacional.

“Entre as varejistas farmacêuticas de pequena capitalização, reforçamos nossa preferência pela PGMN”, conclui o BTG.

Quer um guia completo sobre como investir em 2026? Clique aqui para receber as melhores alternativas neste relatório gratuito e exclusivo da EQI+.