A Petrobras (RPETR4) defendeu hoje o ajuste de preços em combustíveis promovidos regularmente.
A petroleira divulgou nota em contraponto a notícias da imprensa e, no documento, destaca que observa com atenção os desdobramentos do mercado internacional de petróleo e seu impacto sobre o mercado brasileiro.
Segundo a estatal, “os ajustes de preços de produtos são realizados no curso normal de seus negócios, em razão do contínuo monitoramento dos mercados, o que compreende, dentre outros procedimentos, análise de preços competitivos por polo de venda, em equilíbrio com os mercados nacional e internacional, levando em consideração a melhor alternativa acessível aos clientes”.
Petrobras (PETR4) defende ajuste de preços
Ainda de acordo com a Petrobras, a Estratégia Comercial de diesel e gasolina permite competir de forma mais eficiente, levando em consideração a sua participação no mercado, para otimização dos seus ativos de refino, e a rentabilidade de maneira sustentável.
Também disse que os reajustes continuam sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.
E acrescentou que “o momento é de grande incerteza quanto à recuperação da economia global, o que influencia diretamente a demanda por energia, e quanto à oferta de petróleo e de combustíveis, de uma maneira geral”.
Preços
Conforme a empresa, essa combinação, no curtíssimo prazo, levou a uma elevação dos preços de referência e da volatilidade. Ao mesmo tempo, observa-se um aumento do fluxo de combustíveis oriundos da Rússia para o Brasil.
Nesse contexto, elencou, tem observado com atenção os desdobramentos dos fundamentos do mercado global, assim como seu impacto no Brasil. Eventuais reajustes, quando necessários, serão realizados suportados por análises técnicas e independentes”, continuou o comunicado.
Petróleo
As cotações do petróleo fecharam com alta nesta data e subiram mais de 10% no mês, com sinais de que a demanda está em ritmo forte no momento em que os membros da Opep+ reduzem a produção.
No fechamento, o Brent para outubro sobe 1,20%, a US$ 85,43 por barril, na ICE. No mês, o Brent subiu 13,8%; no ano avança 3,4%. O WTI para setembro subiu 1,51%, a US$ 81,80 por barril, na Nymex. No mês, teve alta de 15,9%; no ano avança 3,50%. Os ganhos mensais foram os maiores desde janeiro de 2022.
Bolsa
Por volta das 16h30 a ação PETR4 subia 4,17%, cotada em R$ 31.

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