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Natura: JP Morgan eleva recomendação e preço-alvo; ações sobem forte

Natura: JP Morgan eleva recomendação e preço-alvo; ações sobem forte

Com isso, as ações da companhia sobem forte e chegaram a tocar alta de 5% no Ibovespa

O JPMorgan elevou a recomendação para as ações da Natura (NATU3) de neutra para compra e revisou o preço-alvo dos papéis de R$ 10,50 para R$ 14, reforçando uma visão mais otimista sobre o processo de recuperação operacional da companhia. Com isso, as ações da companhia sobem forte e chegaram a tocar alta de 5% no Ibovespa.

Segundo o banco, o principal fator por trás da mudança de recomendação foi o avanço no desinvestimento da operação internacional da Avon fora da América Latina, movimento que, na avaliação dos analistas, reduz significativamente os riscos ligados à estratégia de turnaround da empresa.

Mudança estratégica

De acordo com o JPMorgan, a saída dessas operações internacionais consideradas menos rentáveis simplifica a estrutura da companhia e permite que a Natura concentre esforços em mercados mais estratégicos e com maior potencial de rentabilidade, especialmente na América Latina.

O balanço da Natura referente ao primeiro trimestre do ano, será divulgado na próxima segunda-feira (11), com a teleconferência de resultados sendo realizada no dia posterior.

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No fim de março, a companhia de cosméticos informou ao mercado uma nova etapa de sua reorganização societária e estratégica, com foco na aceleração do crescimento de seus negócios na América Latina, região em que a companhia afirma liderar o segmento de beleza e cuidados pessoais.

Segundo comunicado divulgado pela empresa, as mudanças marcam o encerramento do processo de reorganização da estrutura de capital e de simplificação corporativa, iniciado nos últimos anos como parte da estratégia de fortalecimento operacional e financeiro da companhia.

Como parte desse movimento, os acionistas signatários do atual Acordo de Acionistas — incluindo os fundadores da empresa — celebraram um novo acordo para substituir o modelo vigente, cuja validade se aproxima do fim.

O novo documento, denominado “Novo Acordo de Acionistas dos Blocos”, passará a reger a relação entre os grupos de acionistas na condição de investidores da Natura.