Café
Home
Notícias
Ações
Fundadores do Kabum fazem boletim de ocorrência contra Magazine Luiza (MGLU3)

Fundadores do Kabum fazem boletim de ocorrência contra Magazine Luiza (MGLU3)

A queda de braços que se inicia entre os fundadores da Kabum, plataforma de tecnologia e jogos, e a Magazine Luiza (MGLU3) ganhou mais um episódio ontem. Isso porque os irmãos Leandro e Thiago Ramos registraram um boletim de ocorrência contra a varejista por apropriação indevida de documentos. De acordo com o site Metrópoles, o […]

A queda de braços que se inicia entre os fundadores da Kabum, plataforma de tecnologia e jogos, e a Magazine Luiza (MGLU3) ganhou mais um episódio ontem.

Isso porque os irmãos Leandro e Thiago Ramos registraram um boletim de ocorrência contra a varejista por apropriação indevida de documentos.

De acordo com o site Metrópoles, o BO foi feito em Limeira (SP), onde fica a sede do Kabum. Cerca de dez policiais militares estiveram no local na tarde de ontem.

O portal explica que a confusão ocorreu após os irmãos e outros funcionários da Kabum que foram demitidos pelo Magalu serem impedidos de retirar notebooks, pen drives e outros pertences que consideravam como pessoais. O Magalu nega as acusações e afirma que os bens pertencem ao Kabum, e não aos funcionários.

Imagem mostra um teclado de notebook com a tecla Compra.

Magazine Luiza (MGLU3) versus Kabum

Conforme noticiado ontem pelo EuQueroInvestir, a venda da Kabum à Magazine Luiza pode ser anulada. Ao menos é isto o que pretendem os fundadores da plataforma de e-commerce.

Publicidade
Publicidade

Os executivos alegam que a intermediação da transação, promovida pelo Itaú BBA, teve conflito de interesse.

Vale destacar que a venda estava atrelada a dinheiro e participação em ações, e os papéis da varejista amargam queda de 42,16% no período de um ano.

Para se ter ideia, o ativo já chegou a ser cotado acima dos R$ 80 e fechou a cotação no dia 27 de fevereiro de 2023 em R$ 3,65.

Com isso, os fundadores Leandro e Thiago Camargo Ramos foram à Justiça para pedir a produção antecipada de provas contra o Itaú BBA.

Eles dizem acreditar que o banco de investimentos e o executivo da área de fusões e aquisições que os assessorava, Ubiratan Machado, favoreceram o Magazine Luiza.

Além disso, solicitaram que haja um “processo interruptivo de prescrição” para, assim, viabilizar uma possível anulação do contrato de venda.

Segundo o Estadão, a interrupção do prazo de prescrição também daria condições para ações judiciais com objetivo de os irmãos serem indenizados pelo Itaú BBA, por Machado e pelo Magazine Luiza.

Ibovespa

A ação MGLU3 encerrou o dia de ontem cotada a R$ 3,59.