O Ibovespa futuro opera em queda de 1% nesta quarta-feira com as expectativas de avanços diplomáticos entre Estados Unidos e Irã orientando os mercados, enquanto os investidores acompanham a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos.
Os futuros de S&P 500, Nasdaq e Dow Jones operam próximos da estabilidade. As principais bolsas europeias exibem perdas discretas, e a Ásia fechou mista mais cedo.
No câmbio e nos juros, o dólar avança e os rendimentos dos Treasuries mostram viés de alta. O petróleo perde força, enquanto o minério de ferro subiu 0,07% em Dalian, a US$ 106,30 por tonelada.
Petróleo em queda pesa sobre a bolsa local
O ambiente externo cauteloso pode limitar o Ibovespa, pressionar o real e manter os juros longos sensíveis ao comportamento dos Treasuries. A queda do petróleo tende a pesar especificamente sobre as ações ligadas à commodity.
Dois eventos concentram a atenção na agenda doméstica: uma nova pesquisa eleitoral e a palestra de Nilton David, diretor de Política Monetária do Banco Central, que pode dar pistas sobre o ritmo do ciclo de cortes.
Análise técnica
O Ibovespa segue consolidando próximo à resistência dos 188.840 pontos, ainda sem confirmação de rompimento. O IFR permanece em desaceleração após deixar a região de sobrecompra, o que sinaliza perda gradual de momentum, embora a tendência de alta continue preservada. A superação dessa resistência pode favorecer continuidade em direção aos 199.380 pontos.
A recomendação do dia fica com a Azzas 2154 (AZZA3), com compra entre 14,91 e 14,98. O primeiro objetivo está em 16,14, com ganho estimado entre 7,71% e 8,25%, e o segundo em 17,29, entre 15,39% e 15,96%. O stop foi marcado em 14,27, o que representa perda estimada entre 4,29% e 4,77%.






