O Safra saiu do resultado do Fleury (FLRY3) com a tese reforçada. O lucro ajustado de R$ 231 milhões no segundo trimestre de 2026 ficou 22% acima do consenso e 9% acima da estimativa do banco.
“Os resultados fortes reforçam nossa visão de que há espaço para revisões para cima nas estimativas de lucro do consenso”, escreveram Thiago Marmo e Ricardo Boiati, analistas do Safra.
A receita bruta somou R$ 2,515 bilhões, alta de 14%, sendo 12% de crescimento orgânico. O Ebitda de R$ 613 milhões veio 4% acima do consenso, com margem bruta de 27,8%.
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“O B2B cresceu 12% na comparação anual, apoiado por ganhos de participação nos exames básicos do Lab-to-Lab e por um negócio hospitalar beneficiado pelo surto de influenza”, apontaram Thiago Marmo e Ricardo Boiati.
O conselho aprovou R$ 218 milhões em juros sobre capital próprio. A dívida líquida fechou em R$ 2,423 bilhões, com alavancagem estável em 1,1 vez, e a Femme passa a consolidar no terceiro trimestre.
“O fluxo de caixa operacional atingiu R$ 696 milhões, alta de 43% em um ano, e o capex de R$ 76 milhões caiu 47%”, calcularam Thiago Marmo e Ricardo Boiati, do Safra.
“Nossas estimativas de lucro para 2026 já rodavam cerca de 10% acima do mercado, e este resultado reforça essa aposta”, concluíram Thiago Marmo e Ricardo Boiati, que reiteraram a recomendação de compra para Fleury.
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