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Eli Lilly é a aposta da carteira de BDRs do Itaú BBA para julho

Eli Lilly é a aposta da carteira de BDRs do Itaú BBA para julho

Ao longo deste ano, a carteira do Itaú BBA registra alta de 17,17%, enquanto o BDRX avança 3,54%

A carteira de BDRs para o mês de julho, do Itaú BBA, traz apenas uma alteração: sai o ativo da Rio Tinto (RIOT34) e entra da farmacêutica Eli Lilly (LILY34). Assim, a carteira segue para o mês com a seguinte composição: Goldman Sachs (GSGI34), Micron (MUTC34), Coca-Cola (COCA34), Eli Lilly e TSMC (TSMC34).

Ao longo deste ano, a carteira do Itaú BBA registra alta de 17,17%, enquanto o BDRX avança 3,54%. Desde sua criação, em maio de 2021, a carteira de BDRs acumula ganho de 123,97%, ao passo que o BDRX sobe 107,38% no mesmo período.

Apesar de ter superado a antiga máxima histórica no mês de maio, o BDRX não avançou em junho e encerrou o mês em uma leve baixa de 0,79%. Para julho, o índice terá que superar a nova máxima, em 27.275 pontos, antes de retomar a trajetória positiva em busca da região de 29.600 pontos, conforme aponta o relatório.

Performance da carteira de BDRs

Sobre os ativos que fazem parte da carteira, a Goldman Sachs deixou uma nova máxima histórica em junho, a região de US$ 193,00. Para julho, a BDR terá o desafio de superá-la e retomar os avanços, em busca de US$ 228,20 e US$ 285,45.

Coca-Cola segue próxima à região de máxima histórica, em US$ 72,20. Para julho, a BDR terá de negociar acima dessa barreira para entrar em uma trajetória positiva, rumo à US$ 74,40 e US$ 82,40.

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Já Eli Lilly está em movimento de alta e renovou resistência em US$ 213,35 – máxima histórica. Para julho, a expectativa é de que o ativo supere esse patamar e, nesse caso, estenda as altas até US$ 224,75 e US$ 248,60.

A Micron passou por mais um forte movimento de alta em junho, deixando nova resistência em US$ 1.083,10 – máxima histórica. Caso supere esse nível, abrirá espaço para mais altas, com objetivos em US$ 1.343,60 e US$ 1.716,65.

Enquanto isso, a TSMC avançou novamente em junho e deixou nova resistência em US$ 307,85 – máxima histórica. Acima desse nível, retomará os avanços rumo ao objetivo de médio prazo em US$ 393,45.

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