O BTG Pactual (BPAC11) registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,142 bilhões no 2º trimestre de 2026, alta de 22,6% em relação ao mesmo período de 2025.
A receita total ajustada chegou a R$ 10,371 bilhões, o maior valor da história do banco. O avanço foi de 15,9% em um ano e de 4,0% ante o trimestre imediatamente anterior.
O retorno ajustado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 26,7%, praticamente estável ante os 27,2% de um ano antes. O índice de eficiência ajustado recuou para 37,1%.

Consumo puxa a receita, banco de investimento freia
“O trimestre evidenciou, mais uma vez, a força do nosso modelo de negócios diversificado, sustentado por múltiplas fontes de receita e uma ampla base de clientes”, afirmou a administração do BTG Pactual no relatório de divulgação de resultados.
Consumer Finance & Banking foi a linha de maior expansão, com receita de R$ 1,546 bilhão e crescimento de 73,7% em um ano, ajudada pela consolidação do Banco Pan e pela parceria com a MeuTudo.
Corporate Lending entregou receita recorde de R$ 2,500 bilhões. Investment Banking, contudo, caiu 46,1%, para R$ 421,4 milhões, com menor emissão de dívida.
Captação líquida sustenta a base de ativos
A captação líquida somou R$ 59 bilhões no trimestre e levou o AuM e o WuM combinados a R$ 2,675 trilhões. O portfólio de crédito expandido chegou a R$ 406,815 bilhões, alta de 25,0% em um ano, e o índice de Basileia encerrou junho em 16,0%.
Leia também:






