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BTG (BPAC11) mantém compra para Itaú (ITUB4) após balanço

BTG (BPAC11) mantém compra para Itaú (ITUB4) após balanço

O BTG ($BPAC11) mantém compra para Itaú ($ITUB4) após balanço do segundo trimestre do ano (2TRI23). O preço-alvo estabelecido pelo banco de investimentos é de R$ 35. Segundo relatório, depois de resultados mais fracos do que o esperado reportados por seus pares privados Santander ($SANB11) e Bradesco ($BBDC4), o Itaú divulgou resultados do segundo trimestre […]

O BTG (BPAC11) mantém compra para Itaú (ITUB4) após balanço do segundo trimestre do ano (2TRI23). O preço-alvo estabelecido pelo banco de investimentos é de R$ 35. Segundo relatório, depois de resultados mais fracos do que o esperado reportados por seus pares privados Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4), o Itaú divulgou resultados do segundo trimestre quase em linha com o esperado.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 8,74 bilhões, alta de 4% no trimestre e 14% no ano, e um pouco acima do consenso. No geral, o segundo trimestre foi um trimestre fraco para o crescimento do crédito no setor, e as coisas não foram diferentes no Itaú.

“Dito isso, o banco ainda conseguiu expandir sua carteira de empréstimos em 1,3% t/t e 7% a/a (ex-variação cambial), permitindo reiterar seu guidance de crescimento de empréstimos de 6-9% para o ano, o que vemos como boa notícia”, relata o BTG.

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Comportamento das ações ITUB4
Comportamento das ações ITUB4

BTG (BPAC11): margem financeira de clientes cresce 4%

O relatório do BTG comentou ainda que a margem financeira com clientes cresceu decentes 4%, frente o 1TRI23. Apesar de um desempenho considerado muito bom da Rede, que se tornou a adquirente nº 1 em participação de mercado, as receitas de taxas (e seguros) ficaram aquém da estimativa BTG, compensadas por melhores custos operacionais e uma alíquota de imposto mais baixa.

A qualidade dos ativos permanece sob controle e o Itaú está bem provisionado. Com ROE de 21%, o Itaú continua superando seus pares privados por uma ampla margem, o que esperamos que continue.

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“No geral, vemos os resultados como Neutros para a ação. Receitas de taxas mais fracas no ano devem ser compensadas por uma alíquota de imposto mais baixa, o que significa que não vemos nenhuma mudança relevante em nossa estimativa de lucro líquido de R$ 35 bilhões”, completou o BTG.

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O banco vê a confirmação do guidance em relação ao crescimento da carteira de crédito e da margem financeira como notícias positivas, que, combinadas com um alto índice de cobertura, devem ajudar a preparar o terreno para um bom início de 2024.

Além disso, o BTG também sinaliza que o Itaú reportou números pró-forma (com as mudanças do BIS de julho em RWA) do AT1 de 14,7% e um índice de capital principal de 13,2%. Esse nível de capital não só está acima dos pares, mas também, considerando os ROEs recentes mais altos do Itaú e o menor payout, o banco vem acumulando mais capital.

“Dito isso, não vemos por que não aumentar seu payout, o que pode ser um gatilho positivo para as ações. Embora a administração ainda não tenha anunciado nada, acreditamos que dividendos mais altos virão no segundo semestre. Reiteramos nosso rating de compra.

Balanço do 2TRI23

O Itaú (ITUB4) reportou lucro líquido gerencial de R$ 8,7 bilhões no 2TRI23, alta de 13,8% frente a igual etapa de 2022.

De acordo com o balanço, a Margem financeira alcançou R$ 25,9 bilhões no período, alta de 14,8% na base anual.

Também traz que o ROE recorrente marcou 20,9% no 2TRI23, 0,1 pp acima do 2TRI22, e os ativos totais alcançam R$ 2,585 trilhões, alta de 12,7%, justificando porque o BTG (BPAC11) mantém compra para Itaú (ITUB4).

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