A Brisanet (BRST3) fechou o 2º trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 26,1 milhões, contra R$ 6,2 milhões um ano antes. A receita líquida subiu 16,0%, para R$ 475,9 milhões.
O Ebitda ajustado chegou a R$ 200,0 milhões, avanço de 11,8% na comparação anual. A receita média por cliente na banda larga B2C ficou em R$ 92,65, alta de 6,6%.
A margem Ebitda ajustada, contudo, recuou 1,6 ponto percentual, para 42,0%. Os custos dos serviços prestados somaram R$ 262,3 milhões, e as despesas operacionais, R$ 136,8 milhões.

Centro-Oeste custa antes de render
“Já demanda estrutura, investimentos e custos operacionais, mas ainda sem a captura de receitas”, escreveu a administração da Brisanet, no release de resultados, sobre a operação móvel no Centro-Oeste.
O celular é o motor do crescimento. A base móvel chegou a 1,069 milhão de acessos em junho, alta de 90,4% em doze meses, com 116,4 mil adições no trimestre e presença em 335 cidades.
Alavancagem no menor nível em dois anos
“Reflete a combinação entre o crescimento do Ebitda e a gestão disciplinada dos investimentos”, afirmou a companhia sobre a queda do indicador de endividamento no trimestre.
A dívida líquida encerrou junho em R$ 1,691 bilhão, e a alavancagem caiu a 2,17 vez o Ebitda dos últimos doze meses, ante 2,44 vez um ano antes. No semestre, a geração de caixa operacional somou R$ 507,7 milhões, ou 128% do Ebitda acumulado.






