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Bank of America mostra otimismo e atualiza recomendações para empresas brasileiras

Bank of America mostra otimismo e atualiza recomendações para empresas brasileiras

Banco norte-americano afirma que cenário de corte de juros abre espaço para valorização do Ibovespa e crescimento para empresas brasileiras.

O Bank of America (BAC; BOAC34) divulgou projeções otimistas para o mercado de capitais no Brasil, mantendo a recomendação de investimentos na B3 com a justificativa de que o Ibovespa ainda tem “muito espaço para crescer” e fazendo substituições em sua lista de ativos recomendados.

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Uma semana após a redução da Selic pelo Banco Central, o banco norte-americano disse em relatório que “o cenário de fluxo na bolsa brasileira está melhorando, já que as saídas de fundos locais estão finalmente diminuindo e a alocação em ações permanece baixa” e projeta que a queda das taxas de juros permite uma valorização do Ibovespa.

Na sua lista de ativos recomendados, o Bank of America acrescentou duas empresas do ramo de Petróleo & Gás, a Cosan (CSAN3) e a Prio (PRIO3), em substituição à Raízen (RAIZ4), que passou a contar com recomendação neutra. Segundo o banco, a Cosan tem melhor exposição a um cenário de juros menores, enquanto a Prio se destaca com seu crescimento na produção.

Ainda no setor de commodities, o banco descartou a Vale (VALE3), com recomendação Neutra, por incerteza devido aos preços do minério de ferro. A indústria de papel também não foi vista como atrante no atual momento.

No varejo, o banco substituiu uma recomendação de grupo gestor de shopping centers, o Multiplan (MULT3), por outro, o Aliansce Sonae (ALSO3), além de incluir o grupo Assaí (ASAI3) como potencial beneficiado por uma política monetária menos restritivo e com valuation atraente.

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O setor financeiro, assim como as commodities, teve a recomendação mantida aos bancos tradicionais por considerar  o atual valuation pouco atrativo. O Bank of America, porém, cita que o cenário pode mudar a partir de 2024 se os juros menores resultarem em nova demanda por crédito e índices mais baixos de inadimplência.

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