No Brasil, o Copom também cortou a taxa de juros conforme o esperado, mas ao contrário do FED, deixou claro que cortes adicionais podem ocorrer.
Ásia
O Banco do Japão (BoJ) manteve inalterada sua política monetária, mas seu presidente, Haruhiko Kuroda, afirmou que o BC japonês está mais inclinado a adotar medidas adicionais de estímulos do que estava em sua reunião anterior, em julho.
Com exceção de Hong Kong, os principais índices asiáticos fecharam em alta nesta quinta-feira, refletindo bem o corte na taxa de juros dos EUA.
Nikkei 225 – [+0,38%]
Shanghai [+0,46%]
Hang Seng [-1,07%]
Commodities
O petróleo ficou pressionado com a retórica mais forte da Arábia Saudita contra o Irã ontem, que é suspeito de estar por trás dos ataques às refinarias da Aramco. Ontem também, a Agência Internacional de Energia (AIE), disse que está pronta para liberar estoques emergênciais, mas não vê necessidade por enquanto.
A referência norte-americana de petróleo, o WTI, opera em alta de 1,69%, a US$ 59,02. Seguindo o mesmo caminho, a referência britânica, o Brent, opera em alta de 2,08%, a US$ 64,92.
O ouro devolve o premio de risco, e opera em queda de 0,72%, a US$ 1.504,85 por onça-troy.
Europa
Hoje, o BoE inglês reúne-se também, e deverá adiar um corte de juro por causa do Brexit, mantendo sua taxa em 0,75%. As bolsas operam em alta moderada, precificando as medidas anunciadas pelo FOMC na tarde de ontem, e pelo BoJ nesta madrugada.
Em relatório divulgado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), prevê que o Reino Unido entrará em recessão se o Brexit ocorrer sem um acordo com a UE. No mesmo documento, a entidade projeta que a economia global crescerá 2,9% este ano, o que seria seu pior desempenho desde a crise financeira internacional de uma década atrás.
A agenda de indicadores europeia trouxe apenas as vendas no varejo britânico, que surpreenderam positivamente em agosto. No mês passado, as vendas no setor varejista do Reino Unido caíram 0,2% ante julho, mas subiram 2,7% na comparação anual. Analistas previam queda mensal maior nas vendas, de 0,3%, e acréscimo anual menor, de 2,6%.
Alemanha | DAX [+0,09%]
Inglaterra | FTSE 100 [+0,50%]
França | CAC 40 [+0,34%]
Europa | Euro Stoxx 50 [+0,31%]
Itália | FTSE MIB [+0,73%]
Euro/Dólar | € 1,1065 | [+0,33%]
Mercado Futuro EUA
Assim como era amplamente aguardado, o FED baixou as taxas de juros em 0,25%, para o intervalo de 1,75%-2,00%. Mas o discurso de Powell gerou incertezas no mercado, por não garantir a continuidade das quedas.
Trump no Twitter, criticou fortemente Jerome e o FED, classificando como “horrível” a comunicação do FED.
Dow Jones 30 [-0,25%] | 27.074 pontos
S&P 500 [-0,26%] | 3.000 pontos
Nasdaq [-0,44%] | 7.883 pontos
VIX [+1,37%]
Mercado Brasileiro
O Ibovespa caiu 0,08%, a 104.531,93 pontos. O volume financeiro da sessão somou 26,35 bilhões de reais
O dólar fechou em alta de 0,65%, a R$ 4,1036, após renovar máximas durante o FED, e atingir topo de R$ 4,1141.
No final da tarde de ontem, o Copom anunciou o corte da taxa de juros em 0,50%, para 5,5%, e deixou a porta aberta para novos cortes como “ajuste adicional” para a próxima reunião.
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