A Cyrela (CYRE3) comunicou que foram divulgados nesta terça (25) o aviso ao mercado e o prospecto preliminar referentes à oferta pública de distribuição primária e secundária de ações de sua subsidiária Plano & Plano Desenvolvimento Imobiliário.
A companhia informou ainda que serão realizados esforços de colocação nos EUA, exclusivamente para investidores institucionais qualificados residentes e domiciliados no país.
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Além disso, será lançado nos demais países, exceto nos EUA e Brasil, para investidores que sejam considerados não residentes ou domiciliados nos Estados Unidos da América ou não.
IPO poderá movimentar até R$ 1,3 bi
Conforme divulgado na coluna do Broadcast, o IPO da Plano & Plano poderá movimentar até R$ 1,3 bilhão, caso a faixa de preço da ação fique entre R$ 11,25 e R$ 15,25.
A estreia na B3 está programada para o dia 17 de setembro de 2020.
A empresa informou que os recursos captados serão destinados para capital de giro e aquisição de terrenos.
“Iniciamos nossas atividades como incorporadora e construtora de empreendimentos imobiliários de médio e alto padrão e evoluímos para nos concentrar na incorporação e construção de empreendimentos residenciais de baixa renda, também enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida”, informa o prospecto da oferta.
Os bancos coordenadores da oferta são Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI, Morgan Stanley e Caixa.
Para os interessados, o aviso ao mercado e o prospecto encontram-se disponíveis para consulta nos sites da Cyrela, Plano&Plano, CVM e B3.
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Energisa (ENGI11): Aneel homologa reajustes tarifários
A Energisa (ENGI11) comunicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aprovou nesta terça-feira (25) o reajuste tarifário da Energisa Paraíba.
A medida passa a valer a partir de 28 de agosto de 2020, com efeito de 6,6% para alta e média tensão e 3,61% para baixa tensão.
Segundo o comunicado, o processo de reajuste tarifário anual consiste no repasse aos consumidores dos custos não gerenciáveis da concessão e na atualização dos custos gerenciáveis pela variação do IGP-M.
A companhia informou que a variação nos custos não gerenciáveis foi de 10,81%, totalizando R$ 1.243,3 milhões, impactada principalmente pelos custos de transmissão e aquisição de energia.
Já a variação da atualização dos custos foi de 7,48%, totalizando R$ 820,4 milhões, reflexo da inflação acumulada desde o último reajuste, de 9,27%.
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