A maior alta do pregão nesta quarta-feira (24) foi do Carrefour (CRFB3) com 12,76% para R$ 21,73.
A pandemia descontrolada, que bateu nesta quarta 300 mil mortes, derrubou varejistas, mas o Carrefour (CRFB3) se livrou, reflexo do anúncio de compra da varejista Big Brasil, por R$ 7,5 bilhões.
Segundo o Research do BTG Pactual, a compra irá expandir as operações do Carrefour em regiões com pouca penetração, como Nordeste e Sul do Brasil, e reforçará a presença em formatos antes menores para o Carrefour, em particular supermercados (Bompreço e Nacional), de descontos (Todo Dia) e no novo segmento de membros (Sam´s Club).
Já a grande queda ficou com a IRB Brasil (IRBR3), que ontem foi a mais alta, com -6,20% para R$ 6,05.
Blue chips seguraram queda maior
A recuperação do petróleo não foi suficiente para segurar a desaceleração de Petrobras PN (PETR4), que fechou em +0,09% e ON (PETR3), em -0,09%, mas ajudou a limitar baixa, assim como Vale (VALE3), uma das 15 únicas altas no fechamento, em +2,30%.
Desempenho dos bancos também prejudicou. Itaú (ITUB4) perdeu 1,74%; Bradesco ON (BBDC3), -1,58% ; Bradesco PN (BBDC4), -1,03%.
Celulose
A alta da moeda americana e o reajuste do preço da celulose na China, EUA e Europa elevou Suzano (SUZB3) a +2,63%.
A empresa informou que planeja investir R$ 2 bilhões em modernização industrial até 2024 e aumentará o preço da celulose a partir de abril para os mercados da China, Europa e América do Norte.






