O Ibovespa opera em queda de 1,46%, aos 103.599 pontos nesta segunda-feira (9), na qual prossegue a aversão global a riscos da semana passada.
Na agenda da semana, as atenções estarão voltadas para o IPCA de abril, inflação oficial, que sai na quarta (11).
Também por aqui saem as vendas no varejo (terça) e a Pesquisa Mensal de Serviços (quinta), do IBGE. Hoje foi divulgado o IPC-S, da FGV, que manteve o viés de desaceleração e fechou em 0,83% na primeira quadrissemana de maio. O índice tinha fechado em 1,08% na última medição de abril.
Com agenda de indicadores razoavelmente tranquila, as atenções seguem aos pronunciamentos das autoridades dos bancos centrais – tanto de Brasil quanto de EUA (que afetam diretamente os mercados emergentes, como o Brasil, com redução de liquidez). Na terça (10) sai a ata da última reunião do Copom.
Vale lembrar que, na semana passada, o Copom elevou a Selic a 12,75%, deixando “no ar” um outro avanço para junho, de menos de 1%. Nos EUA, é aguardado um novo aumento de pelo menos 0,5%, com juros chegando próximo a 3% no final do período.
Com isso, o diferencial de juros entre Brasil e EUA se torna menos interessante e uma migração para os papéis do tesouro americano deve ser sentida.
Também segue a temporada de balanços, com importantes resultados no Brasil: Itaú, BTG, Banco do Brasil, Sulamérica, Assaí, Méliuz, Azul, Vivo, CVC, Cogna, Cosan, Raízen, Cesp, CCR e mais. Clique aqui e confira a agenda da temporada de balanços.
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- Confira o fechamento da semana passada do Ibovespa
A Petrobras (PETR3, PETR4) pode anunciar novo aumento de combustíveis, após 60 dias sem reajustes.
Mercados do exterior
Destaque na semana para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC ou CPI na sigla em inglês) dos EUA, na quarta.
Ele pode elevar a pressão sobre o Fomc, comitê de política monetária do Fed, banco central americano, que subiu os juros em 0,5% na semana passada, já se comprometendo por outro aumento similar em junho. No entanto, o mercado já começa a voltar a falar em 0,75% de alta, se a inflação não ceder.
Confira aqui os destaques do noticiário da semana passada.
Na China, o superávit comercial foi de US$ 51,1 bilhão em abril, acima do esperado (US$ 50,3 bi). As exportações crescem 3,9% na comparação anual e as importações ficaram estáveis e superam projeção de queda de 3%.
Mercados de Nova York
- Dow Jones: -1,23%
- S&P: -2,42%
- Nasdaq: -3,55%
Mercados Europa
- DAX, Alemanha: -2,15%
- FTSE, Reino Unido: -2,32%
- CAC, França: -2,75%
- FTSE MIB, Itália: -2,74%
- Stoxx 600: -2,90%
Mercados Ásia
- Nikkei, Japão: -2,53%
- Xangai, China: +0,09%
- HSI, Hong Kong: fechado por feriado
- ASX 200, Austrália: -1,18%
- Kospi, Coreia: -1,27%
Petróleo
- Brent (dezembro 2021): US$ 105,69 (-5,98%)
- WTI (novembro 2021): US$ 102,86 (-6,26%)
Ouro
- Ouro futuro (dezembro 2021): US$ 1.855,40 (-1,42%)
Minério de ferro
- Bolsa de Dalian: US$ 119,89 (-5,78%)






