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Warren Buffet reafirma interesse em “ativos produtivos” e descarta criptomoedas

Warren Buffet reafirma interesse em “ativos produtivos” e descarta criptomoedas

Redação EuQueroInvestir

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02 Mai 2022 às 13:26 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

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02 Mai 2022 às 13:26 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Warren Buffet. Ele é um homem idoso, branco, de cabelos brancos e óculos e que veste terno escuro com camisa branca e gravata vermelha. Ele disse que não tem interesse em investir em cirptomoedas

USA International Trade Administration

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, reafirmou seu interesse em empresas de “ativos produtivos” durante o encontro anual da holding Berkshire Hathaway, no último sábado.

Aos 91 anos, ao lado do vice-presidente da companhia, Charlie Mungen, de 98, Buffet mostrou sua língua ferina ao ser questionado sobre seu desinteresse em investir em criptoativos. Ele reiterou que  teme investir por “não ter muita certeza do que poderia fazer com eles” e disse que “só há uma moeda nos Estados Unidos hoje”.

Disse ainda que pagaria sem pensar, por exemplo, US$ 25 bilhões numa fazenda, mas não em criptomoedas, porque “ao menos as fazendas produzem coisas”.

Investimentos palpáveis

O notório conservadorismo de Warren Buffet em investimentos em tecnologia até se modificou nos últimos meses. Sua empresa, por exemplo, aumentou a participação na Activision Blizzard, empresa produtora de games, a 9,5%; também havia adquirido cerca de 11% das ações da HP.

Ainda assim, nos dois casos são empresas, como ele defende, que produzem coisas palpáveis, “que entregam algo a alguém”. A Berkshire foi a empresa que mais fez aquisições de ações no primeiro trimestre de 2022, num patamar de US$ 47 bilhões que superou qualquer companhia desde 2008, segundo a Bloomberg. Entre essas compras, se incluem também investimentos na seguradora Alleghany e na petrolífera Chevron.

Buffet defende dinheiro em caixa

O investidor reiterou que sua companhia hoje tem cerca de US$ 100 bilhões em caixa, e que essa será sempre uma prioridade para a empresa aproveitar oportunidades sem precisar realizar vendas aceleradas de ativos.

Com as compras, a Berkshire teve uma queda de 53% no lucro líquido no 1º trimestre, para US$ 5,46 bilhões, embora o lucro operacional, na casa dos US$ 7 bilhões, tenha se mantido estável.

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