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Qual o melhor investimento no exterior? Descubra agora!

Qual o melhor investimento no exterior? Descubra agora!

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

02 Mai 2022 às 19:00 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 6 min leitura

Redação EuQueroInvestir

02 Mai 2022 às 19:00 · 6 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

foto de homem exibindo notas de dólares

Reprodução/Pixabay

Em meio a instabilidades econômicas, inflação, risco fiscal e às vésperas de uma eleição presidencial, os ativos internacionais têm despertado o interesse de cada vez mais brasileiros. Por isso, muitos se perguntam qual o melhor investimento no exterior hoje, e é sobre isso que falaremos no conteúdo a seguir!

Como encontrar o melhor investimento no exterior?

Existem diferentes formas de dolarizar os investimentos. Nesse sentido, você tanto pode investir diretamente lá fora, abrindo conta em uma corretora quanto adquirir ativos no Brasil que têm como benchmark moedas estrangeiras.

A seguir, confira algumas das principais formas de investir nesses ativos:

Investir diretamente no exterior

Para investir diretamente no exterior, o primeiro passo é abrir uma conta lá fora.

No caso dos Estados Unidos, existem dois tipos de corretoras: as diretas e as indiretas. As diretas, como o próprio nome diz, atendem diretamente aos seus clientes. Por outro lado, as indiretas só fazem a intermediação entre os clientes e outras corretoras.

Para quem mora no Brasil, a melhor alternativa é uma corretora direta. Isso porque o processo de abertura de conta é mais simples, e os investimentos podem ser feitos de maneira mais rápida e segura.

BDRs

Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) são outra boa forma de investir em ativos internacionais.

Esses títulos representam ações de companhias estrangeiras, mas são negociados na bolsa brasileira. Ou seja, não é preciso enviar dinheiro para fora para investir em BDRs, pois toda a negociação é feita no Brasil, e em reais.

Uma grande vantagem dos BDRs é a diversificação que proporcionam à carteira de forma mais acessível do que se o investidor adquirisse diretamente a ação lá fora. Isso porque um BDR não corresponde, necessariamente, a uma ação, mas sim a parte dela. Dessa forma, o custo para investir em vários BDRs é menor se comparado às ações internacionais.

ETFs

Os Exchange Traded Funds (ETFs), também chamados “fundos de índices”, são investimentos que buscam acompanhar o desempenho de determinado índice ou ativo financeiro do mercado. Em outras palavras, o objetivo de um ETF é replicar um benchmark, que pode ser um ativo, um índice do mercado internacional (como S&P 500 ou MSCI), um setor da economia, por exemplo.

Da mesma forma que os BDRs, os ETFs também são excelentes alternativas para diversificar o patrimônio em ativos estrangeiros. Inclusive, são até mais acessíveis, pois a partir de R$ 10 é possível encontrar cotas de BDRs no mercado.

Outra vantagem desses ativos é a facilidade do investimento. Basicamente, os ETFs funcionam como outros fundos tradicionais, no qual há uma gestão que seleciona e acompanha os ativos que compõem o patrimônio do fundo. Dessa forma, para investir em ETFs, o único trabalho do investidor é adquirir as cotas.

Fundos cambiais

A característica principal de um fundo cambial é investir, no mínimo, 80% de seu patrimônio em ativos atrelados a moedas estrangeiras. Na maioria das vezes, essas moedas são o dólar ou o euro, sendo que o gestor pode optar também por outras moedas fortes.

Além de diversificar a carteira, esses fundos também são utilizados como hedge por muitos investidores. Por exemplo, quem pretende fazer uma viagem ou pagar alguma obrigação em moeda estrangeira, pode aplicar em um fundo cambial a fim de se programar para isso.

Há outro ponto que o investidor precisa entender sobre os fundos cambiais. Nesse sentido, mesmo que o fundo aplique em ativos estrangeiros, a aquisição e o resgate das cotas são feitos em reais. Isso significa que somente os ganhos do fundo cambial estarão atrelados à moeda estrangeira.

COE

Entre todos os investimentos que citamos aqui, o COE (Certificado de Operações Estruturadas) possivelmente seja o menos conhecido e, por isso, o mais polêmico do mercado.

Basicamente, o COE é um título que combina renda fixa e variável, nacionais e internacionais. Além disso, possui em sua estrutura estratégias de derivativos. Esse mix permite que o investidor tenha ganhos superiores aos da renda fixa sem ficar totalmente exposto às oscilações da renda variável.

Para entender como isso ocorre, Valter Manfro, assessor e sócio da EQI Investimentos, explicou como funciona o capital protegido no COE. Nesse sentido, se tudo der errado, o investidor consegue recuperar, pelo menos, o montante que aplicou. Porém, para isso, precisa esperar pelo vencimento do título.

Inclusive, no cenário atual, há COEs que, além do capital garantido, contam com retorno garantido de até 33% no período. Isso significa que se você investir na bolsa americana, por exemplo, e ela cair no período, ainda pode ter ganho de 33%.

“Isso é ótimo para o investidor conservador, que deseja se expor na bolsa de valores sem correr riscos”, afirma o assessor da EQI.

foto com notas de dólares

E qual o primeiro passo para fazer o melhor investimento no exterior?

Se a ideia é, de fato, investir no exterior, o primeiro passo é mandar o dinheiro para fora. Em seguida, é que você escolherá os ativos com calma.

Essa é a orientação de Gustavo Strauch, head da EQI Internacional.

“Percebemos que, quando manda o dinheiro para fora, o cliente fica ansioso para investir rapidamente. Mas é preciso ter calma e escolher bem os ativos, pois o dinheiro já está dolarizado”, orienta o head.

Para Strauch, a primeira coisa a fazer é aproveitar as janelas do câmbio para mandar dinheiro para fora. Ou seja, antes de decidir onde investir, deve-se internacionalizar os recursos.

No entanto, muitas vezes as pessoas perdem boas oportunidades questionando se, de fato, é o melhor momento para mandar dinheiro para fora. Por exemplo, quando o dólar está em queda, muitos investidores apostam que a moeda cairá mais. Dessa forma, acabam perdendo o timing de muitas operações.

“As pessoas precisam entender que nunca haverá o melhor momento de mandar dinheiro para fora. Por isso, o melhor a fazer é formar um dólar médio, fazendo remessas aos poucos e com frequência”, explica Strauch.

Dado o primeiro passo, ou seja, com os recursos internacionalizados lá fora, aí sim é hora de começar a escolher os ativos. Nesse momento, você pode contar com a assessoria da EQI Internacional, que hoje tem uma parceria com a Avenue Securities.

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