A Raízen (RAIZ4) divulgou uma nota para esclarecer o avanço de seus planos de construção de plantas de etanol de segunda geração (E2G) mencionados em uma notícia do jornal Valor Econômico em 12 de setembro.
A empresa do setor sucroenergético afirmou que seu programa de expansão da produção de E2G faz parte de sua estratégia de longo prazo e tem sido consistentemente divulgado ao mercado desde a abertura de seu capital.
Além disso, a Raízen reforça que está informando os investidores de forma recorrente sobre os planos de expansão da produção E2G.
A companhia diz que divulgou essas informações durante o prospecto definitivo da oferta pública de distribuição inicial de ações preferenciais da Raízen, seu formulário de referência anual, apresentações de resultados trimestrais (Atualizações E2G), o Guia de Modelagem e comunicados ao mercado que informam sobre o progresso do programa, como os divulgados em maio e novembro de 2022.
Quanto ao trecho abaixo:
“(…) planos de construção de 20 plantas de etanol de segunda geração (E2G) entre 2030 e 2031, com a produção de 1,6 bilhão de litros por ano, partindo da produção agrícola existente, e contribuição de R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões para o resultado final da companhia“.
A sucroalcooleira cita que esclareceu que essas informações já eram conhecidas e disponíveis ao mercado por meio das comunicações divulgadas nos documentos mencionados anteriormente.
Diante disso, a Raízen relatou que o conteúdo da notícia não apresentou informações que precisassem ser divulgadas ao mercado na forma de fato relevante.






